Assuntos referentes a Ciência da Administração e a Área especializada de Administração de Materiais e Logística, fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa e mesmo de um país
27 de nov. de 2014
26 de nov. de 2014
22 de nov. de 2014
O que é Cadeia de Suprimentos? Conceito e Aplicações Iniciais
Não concordo com a abordagem dessa aula no que concerne a separação dos conceitos de Logística e Cadeia de Suprimento. Engrosso a corrente de autores que não concordam com essa separação de conceitos. Sendo assim,considero a Logística um conjunto onde a Cadeia de Suprimento é simplesmente um subconjunto. Para ser bem simples: Cadeia de Suprimento consiste num fluxo de materiais desde a matéria-prima até o consumidor final, bem como os fluxos internos de cima para baixo e de baixo para cima, num movimento constante; Ora , o que é a Logística? É um movimento constante de materiais, tanto de matérias-primas,semi-acabados,componentes diversos e produtos acabados, até o consumidor final. Em suma: Logística é movimento em toda a cadeia produtiva, logo a Cadeia de Suprimento consiste em uma das ferramentas da Logística, e estamos conversados.
NÃO SE CONSTRÓI ECONOMIA SEM PESSOAS E SEM LOGÍSTICA
Posted: 09 Nov 2014 05:04 PM PST
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POR QUE TERCEIRIZAR A LOGÍSTICA?
Posted: 10 Nov 2014 05:05 AM PST
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3 de nov. de 2014
LOG.10
CPR- Carriage Paid to –
Transporte Pago até(local de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor contrata o frete pelo transporte da mercadoria
até o local designado. Os riscos de perdas e danos na mercadoria, bem como
quaisquer custos adicionais devidos a eventos ocorridos após a entrega da
mercadoria ao transportador, são transferidos pelo vendedor ao comprador,
quando a mercadoria é entregue à custódia do transportador.
Esse Termo pode ser usado em qualquer modalidade de transporte,
inclusive multimodal.
____________________X________________________
LOG.9
CFR- Cost and Freight –
Custo e Frete(porto de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor assume todos os custos anteriores ao embarque
internacional, bem como a contratação do frete internacional,para transportar a
mercadoria até o porto de destino indicado.
Destaque-se que os riscos por perdas e danos na mercadoria são
transferidos do vendedor para o comprador, ainda no porto de carga(igual ao
FOB, na “ship rail”). Assim, a negociação(venda propriamente dita) está
ocorrendo ainda no país do vendedor.
Esse Termo só pode ser usado no
transporte aquaviário(marítimo,fluvial ou lacustre)
CIF- Cost, Insurance and
Freight- Custo, Seguro e Frete(..porto de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor tem as
mesmas obrigações que no “CFR” e, adicionalmente, que contratar o seguro
marítimo, contra riscos de perdas e danos durante o transporte. Como a
negociação ainda está ocorrendo no país do exportador( a amurada do navio,no
porto de embarque, é o ponto de transferência de responsabilidade sobre a
mercadoria), o comprador deve observar que no Termo “CIF” o vendedor somente é
obrigado a contratar seguro com cobertura mínima.
Esse Termo só pode ser usado no transporte aquaviário(marítimo,fluvial
ou lacustre).
LOG.8
4.4 – Leis, decretos e portarias sobre
transporte de cargas nos diversos modais
A legislação é
vasta em vista da dinâmica dos transportes nos diversos modais.
Para se
atualizar, basta entrar no site da Agência
Nacional de Transportes Terrestres(ANTT).
No Google basta colocar a sigla. O
mesmo para o transporte aéreo com a ANAC
e o transporte marítimo com a Agência Nacional de Transportes
Aquaviários(ANTAQ).
4.5 – Cláusulas Comerciais
Citaremos apenas as
seis cláusulas comerciais mais importantes e mais utilizadas no Brasil.
FCA- Free Carrier –
transportador livre(local designado)
Nesse termo o vendedor(exportador) completa suas obrigações quando
entrega a mercadoria pronta para exportação aos cuidados do transportador
internacional indicado pelo comprador, no local designado do país de origem
Por conseguinte,cabe ao comprador(importador) contratar frete e seguro
internacionais,
Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.
FAS- Free Alongside Ship –
Livre no Costado do Navio(porto de embarque designado)
Neste termo, a responsabilidade do vendedor se encerra quando a
mercadoria é colocada ao longo do costado do navio transportador, no porto da
carga.
A contratação do frete e do seguro internacionais fica por conta do
comprador.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário(marítimo,
fluvial ou lacustre)
FOB- Free on Board – Livre a
Bordo( do porto de embarque designado)
Nesse termo, a responsabilidade do vendedor, sobre a mercadoria, vai
até o momento da transposição da amurada do navio(“ship rail”),no porto de
embarque, muito embora a colocação da mercadoria a bordo do navio seja também, em
princípio, tarefa a cargo do comprador.Ressalte-se que o transportador é
contratado pelo comprador(importador). Logo, na venda “FOB” o exportador precisa
conhecer qual o termo marítimo acordado entre o comprador e o armador, a fim de
verificar quem deverá cobrar as despesas de embarque da mercadoria.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário(marítimo,
fluvial ou lacustre).
LOG.7
4.2 – Terceirização no transporte de cargas e
armazenagem
Lei nº 11.442 de 05/11/2007 – Dispõe sobre
o transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e revoga a Lei 6.813
de 10 de julho de 1980.
O Tribunal Regional do Trabalho(TRT) da 9ª Região com sede em Curitiba,
julgou constitucional relação de empresas com autônomos.
De acordo com os
dados de 2010 do Registro Nacional de
Transportadores Rodoviários de Carga( RNTRC ) da Agência Nacional de
Transportes Terrestres( ANTT ) existem no país perto de 161 mil empresas,
entre carga própria( cerca de 80%) e empresas de transporte(cerca de 20%), além de mais de 823 mil transportadores autônomos,
totalizando1,9 milhão de veículos.
Dados atuais, confira direto no
site da ANTT.
4.3 – Normas de Segurança Aplicadas no
Manuseio de Transporte de Cargas
Perigosas
Segundo a
legislação atual da ANAC, todas as
pessoas envolvidas no transporte aéreo de produtos perigosos precisam do treinamento em cargas perigosas com
reconhecimento da ANAC.
Segurança no transporte
Com vistas à otimização da
segurança na movimentação de cargas perigosas, devemos ter em conta os
seguintes aspectos:
. Classificação do material
antes de transportar;
. Ambiente de distribuição;
. Regulamentação;
. Embalagem;
. Documentação-facilita todo o processo na
cadeia
Logística;
. Marcação e Identificação;
. Treino – Investir no treino das
atividades
específicas
de cada operador, antes do
manuseamento
de cargas perigosas;
. Alterações – mudanças nas
leis;
. Propriedades dos materiais ou condições
ambientais;
. Transportadores – método como estes atuam e a
Capacidade tecnológica dos
mesmos;
. Conexão –A ligação entre os diferentes
elos da
Cadeia de
abastecimento deve ser clara
e
eficiente.
LOG.6
4 – LEGISLAÇÃO APLICADA A
LOGÍSTICA
4.1 – Contratação de compras e serviços
Elaboração de
contratos pela área jurídica da empresa:
- Compras nacionais e
importadas;
- Contratação de serviços aduaneiros, etc.;
- Cláusulas de direitos e deveres do contratado
e do contratante e
demais dispositivos legais;
Resumindo: As atividades da
Logística de Suprimentos e serviços, bem como da Logística de Distribuição,
necessita de apoio constante e sistemático da área jurídica da empresa, haja
vista que a empresa está na condição de consumidora( cliente do fornecedor de
materiais e serviços) e, também, fornecedora de produtos acabados
Para a
aquisição de produtos e a contratação de
serviços pelos entes da Administração
Pública direta ou indireta, o
procedimento administrativo formal é a Licitação.
O processo licitatório é composto de diversos procedimentos que, têm
como meta princípios constitucionais tais como a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência
com o intuito de proporcionar a Administração
a aquisição, a venda ou uma
prestação de serviço de forma vantajosa,ou seja, menos onerosa e com melhor
qualidade possível. Com isso atinge os objetivos básicos da Logística. É a
chamada “eficiência contratória.”
As modalidades de licitação
são as seguintes, elencadas na Lei 8.666. de 21/06/1993:
. Concorrência
. Tomada de Preços
.
Convite
. Leilão
.
Concurso
Posteriormente, pela Lei 10.520/2002 foi introduzida a modalidade pregão.
LOG.5
MARÍTIMO
Vantagens:
- Maior capacidade de carga;
- Carrega qualquer tipo de carga;
- Menor custo de transporte.
Desvantagens:
- Necessidade de transbordo nos portos;
- Distância dos centros de produção;
- Maior exigência de embalagem;
- Menor flexibilidade nos serviços aliada a frequentes
Congestionamentos nos portos.
FLUVIAL
- Uma utilização muito pequena no Brasil.
DUTOVIÁRIO
No Brasil os principais dutos existentes, são:
. Gasoduto
. Mineroduto
. Oleoduto
AÉREO
Vantagens:
- Transporte mais rápido;
- Não necessita de embalagem mais reforçada;
- Os aeroportos normalmente estão localizados mais
próximos dos centros de
produção;
- Possibilita redução de estoques( via aplicação de procedimentos Just-in-time).
Desvantagens:
- Menor capacidade de carga;
- Valor do frete mais elevado em relação aos outros modais.
LOG.4
RODOVIÁRIO
Vantagens:
- Adequação para curtas e médias distâncias;
- Simplicidade no atendimento
das demandas e
agilidade no acesso às
cargas;
- Menor manuseio e menor
exigência de embalagem
- O desembaraço na alfândega
pode ser feito pela
própria empresa
transportadora;
- Atua de forma complementar
aos outros modais,
possibilitando a
intermodalidade e a multimo-
dalidade;
- Permite as vendas do tipo
porta a porta, trazendo
maior comodidade para
exportador e importador.
Desvantagens:
- Fretes mais altos em alguns
casos;
- Menor capacidade de carga
entre todas as outras
modalidades, exceto o aéreo;
- Menos competitivo para longas
distâncias.
FERROVIÁRIO
Vantagens:
- Adequado para longas distâncias e grandes quanti-
dades de carga;
- Baixo custo do transporte;
- Baixo custo de infra-estrutura.
Desvantagens:
- Diferença na largura das bitolas;
- Menos flexibilidade no trajeto;
- Necessidade maior de transbordo;
- Tempo de viagem demorado e irregular;
- Alta exposição a furtos.
LOG.3
3 – O Sistema de Transporte
Por meio dos transportes é
que se escoam todos os bens e serviços e as riquezas produzidas nos países,
influenciando até a formação do Produto Interno Bruto(PIB) da nação.
No Brasil os transportes têm participação
de mais de 3,4% no PIB.
A
Logística e o transporte são irmãos gêmeos. Não existe Logística sem o transporte, na visão
abrangente da palavra.
3.1- Os modais de transporte
A Logística usa o
transporte para a otimização dos custos, aliados a qualidade dos serviços
prestados e o menor prazo de movimentação dos produtos afim de buscar a melhor
distribuição dos mesmos ao consumidor final, buscando sempre, eficiência no
atendimento.
Os modais de transporte são:
. Rodoviário
. Ferroviário
. Marítimo
. Fluvial
. Dutoviário
. Aéreo
LOG.2
2 –Logística
Empresarial
“ A Logística
empresarial é o processo de TROCA de INFORMAÇÕES que COMPRA RECURSOS, PRODUZ e
DISTRIBUI PRODUTOS e
SERVIÇOS de determinados locais para outros quando e onde estes são
necessários, no sentido de ATENDER AOS DESEJOS
DOS CLIENTES.
2.1 – Logística de Suprimento
É o
processo de PLANEJAR, IMPLEMENTAR e CONTROLAR, eficientemente, a
aquisição, a estocagem, a movimentação dos materiais e as informações relativas
a estas atividades, desde o surgimento das necessidades dos clientes até o atendimento destas necessidades.
Funções da
Logística de Suprimentos:
- Classificação de materiais
- Composição dos itens do catálogo de materiais
- programação de compras
- Recebimento,conferência e inspeção de materiais
- Estocagem e conservação dos materiais
- Fornecimento interno de materiais/devolução
- Controle de estoques
- Gestão das informações – o Electronic Data Interchange-EDI. É uma tecnologia para a transmissão eletrônica de
dados, via computadores, através de linhas telefônicas, modem e software
específico para tradução e comunicação de documentos entre a empresa e os
fornecedores.
e-Commerce – Comércio eletrônico – INTERNET
- empresa a empresa; empresa a cosumidor; consumidor a
empresa; consumidor a consumidor; Governo para cidadão; Comércio móvel(
m-Commerce), via telefone celular.
Obs.: Esta Logística é, também, chamada de Logística Interna.
2.2 – Logística de Distribuição
É
responsável pela administração dos materiais a partir da saída do produto da Linha de Produção até a entrega do produto ao destino final/consumidor.
As
empresas estão cada vez mais terceirizando suas atividades relacionadas com a distribuição.
A
distribuição tem grande importância dentro da empresa por ser uma atividade de
alto custo. Esses custos estão associados: ao
peso. Volume, preço, Lead time, estado físico do material, modal de
transporte, equipamentos de movimentação, qualificação e quantidade de pessoal
envolvido na operação, pontos de apoio, seguro. Frete, entre outros.
A
distribuição esta associada também a entrega de cargas fracionadas( mais de um distribuidor,etc).
LOG.1
1-
Conceito e evolução histórica da Logística
Logística
é uma operação integrada para cuidar de suprimentos e distribuição de produtos de forma
racionalizada,(com eficácia, eficiência e Produtividade).
Evolução histórica
– desmistificar a idéia de que a Logística é uma novidade no campo da
Administração de Materiais.
REFERÊNCIAS
MILITARES HISTÓRICAS
01)Aníbal
-2ª Guerra Púnica – 218 a 203 a.C
02)Rommel-
2ªGuerra Mundial- Norte da Africa-1942
Dia
“D”- Desembarque da Normandia
Operação
no Oceano Pacífico-2ª Guerra Mundial
Guerra
das Malvinas
Guerra
IraquexEstados Unidos- Operação Tempestade no Deserto- General William Pagonis
Entre 1950 - 1970
Alterações
nos padrões e atitudes da demanda dos
consumidores.
MIGRAÇÃO....rural...para
o Centro das cidades e dos Centros para os subúrbios.
Varejistas acompanharam a população-
aumento das áreas metropolitanas.
Manutenção maior de estoques
A partir da década de 70
Forças de mudanças e
eventos que influenciaram a Logística:
-Competição mundial
-Falta de Matérias-Primas
-Súbita elevação dos preços
do petróleo
-aumento da inflação
mundial
Década de 80
A
Logística tornou-se revolucionária devido a vários fatores:
-
Explosão da tecnologia da informação
-
Alterações estruturais nos negócios e na economia
-
Fenômeno da globalização
Pós-1990
A
Logística é entendida como a junção da Administração de Materiais com a
distribuição física de produtos. Futuramente, a produção e a Logística se aproximarão
cada vez mais não só em conceito mas em prática.
META.......REDUZIR
CUSTOS e AUMENTAR PRODUTIVIDADE.
CONCLUSÃO: Houve
uma simbiose das tradicionais funções da Administração de Materiais dentro das
empresas, acarretando o desenvolvimento da Logística Empresarial.
2 de nov. de 2014
26 de set. de 2014
1 de set. de 2014
23 de ago. de 2014
17 de ago. de 2014
Trens do Brasil
Warren G. Bennis, no seu livro: Desenvolvimento Organizacional: natureza,origens e perspectivas, publicado nos Estados Unidos em 1969, diz: " O desenvolvimento organizacional é uma maneira de agir que capacita a administração a passar a dispor de mais conscientização no que se refere a inovação e à revitalização, de modo que respostas novas e mais inovadoras possam ser desenvolvidas pelas organizações que irão se defrontar com a extraordinária turbulência da próxima década".Ora, Bennis se referiu a década de 1970 e, a Rede Ferroviária Federal S/A-como representante do sistema ferroviário vigente na época- estava inserida nesse contexto descrito por Bennis. Sendo assim, sabemos que as empresas sofrem um processo de desgaste e envelhecimento, necessitando fazer a chamada entropia negativa, desenvolvendo a organização objetivando a inovação e a revitalização. Processo esse que, infelizmente, não ocorreu com a RFFSA por vários motivos entre os quais, destacamos os dois principais: a) Uma Administração Geral( AG ) sem visão estratègica da real importância de um sistema ferroviário nacional integrado, haja vista suas decisões preconceituosas com referência ao sistema ferroviário nordestino, aliado a um corpo de gerentes corporativos( engenheiros) que no nível tático, com decisões anacrônicas, aceleraram ainda mais, a extinção da Empresa; b) A política do Governo Federal em, intencionalmente, sucatear a RFFSA, visando a sua privatização e, também, sem elaborar um Plano Estratégico para o Sistema de Transporte Nacional, integrando a ferrovia a outros modais de transporte.( Enio Garrett)
16 de jul. de 2014
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7 de jun. de 2014
A maior obra ferroviária do Brasil
A Ferrovia do Aço foi concebida no Governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici e o Ministro dos Transportes era o Coronel Mário Andreazza.
Contestem isto, bandos de cretinos do PT e dessa corja comunista da esquerda, que vive ocultando e destruindo as realizações dos governos militares, ou melhor dos governos civis-militares.
Aos meus alunos , ex-alunos, amigos e pessoas críveis de espírito, pesquisem sobre as realizações no campo econômico e social dos governos civis-militares.
5 de jun. de 2014
Trem de Minério passando pela Estação da Luz -MRS
A convivência do transporte ferroviário de cargas e de passageiros.
Travessia de SP pela MRS
A atuação da MRS Logística vem demonstrando que a ferrovia deveria ser utilizada de maneira mais racional.
Dependerá de vontade política, para termos um sistema ferroviário competitivo e dentro dos padrões internacionais.
HISTÓRIA DA MRS LOGÍSTICA
Foi constituída em agosto de 1996, assumindo a concessão no dia 1º de dezembro do mesmo ano, após a obtenção por cessão dos direitos adquiridos pelo Consórcio MRS Logística, através do leilão de privatização, realizado em 20 de setembro de 1996, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, pelo valor de R$888,9 milhões.
Os trechos que foram concedidos para a exploração do transporte ferroviário de cargas, são aqueles que pertenceram às antigas ferrovias, Estrada de Ferro Central do Brasil, nas linhas que ligam Rio de Janeiro a São Paulo e a Belo Horizonte, bem como a Ferrovia do Aço e aqueles pertencentes à Estrada de Ferro Santos-Jundiaí excluídas, em ambos os casos, as linhas metropolitanas de transporte de passageiros no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Suas linhas abrangem a mais desenvolvida região do país interligando as cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Além de se constituir no sistema que une os maiores centros consumidores e produtores do país, as linhas da MRS se constituem no acesso ferroviário a importantes portos brasileiros: Rio de Janeiro, Itaguaí e Santos, além de atender ao terminal privativo de embarque de minério de ferro de propriedade da MBR, na Ilha de Guaíba na Baía de Angra dos Reis.
O controle da empresa é dividido da seguinte forma Gerdau 2,37% Usiminas Participação e Logística 19,92% Vale 19,26%, CSN 27,83% e Minerações Brasileiras Reunidas S/A - MBR 20,00%, enquanto outros acionistas detém os 10,62% restantes.1
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