Assuntos referentes a Ciência da Administração e a Área especializada de Administração de Materiais e Logística, fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa e mesmo de um país
8 de jan. de 2015
6 de jan. de 2015
5 de jan. de 2015
27 de nov. de 2014
26 de nov. de 2014
22 de nov. de 2014
O que é Cadeia de Suprimentos? Conceito e Aplicações Iniciais
Não concordo com a abordagem dessa aula no que concerne a separação dos conceitos de Logística e Cadeia de Suprimento. Engrosso a corrente de autores que não concordam com essa separação de conceitos. Sendo assim,considero a Logística um conjunto onde a Cadeia de Suprimento é simplesmente um subconjunto. Para ser bem simples: Cadeia de Suprimento consiste num fluxo de materiais desde a matéria-prima até o consumidor final, bem como os fluxos internos de cima para baixo e de baixo para cima, num movimento constante; Ora , o que é a Logística? É um movimento constante de materiais, tanto de matérias-primas,semi-acabados,componentes diversos e produtos acabados, até o consumidor final. Em suma: Logística é movimento em toda a cadeia produtiva, logo a Cadeia de Suprimento consiste em uma das ferramentas da Logística, e estamos conversados.
NÃO SE CONSTRÓI ECONOMIA SEM PESSOAS E SEM LOGÍSTICA
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Posted: 09 Nov 2014 05:04 PM PST
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POR QUE TERCEIRIZAR A LOGÍSTICA?
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Posted: 10 Nov 2014 05:05 AM PST
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3 de nov. de 2014
LOG.10
CPR- Carriage Paid to –
Transporte Pago até(local de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor contrata o frete pelo transporte da mercadoria
até o local designado. Os riscos de perdas e danos na mercadoria, bem como
quaisquer custos adicionais devidos a eventos ocorridos após a entrega da
mercadoria ao transportador, são transferidos pelo vendedor ao comprador,
quando a mercadoria é entregue à custódia do transportador.
Esse Termo pode ser usado em qualquer modalidade de transporte,
inclusive multimodal.
____________________X________________________
LOG.9
CFR- Cost and Freight –
Custo e Frete(porto de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor assume todos os custos anteriores ao embarque
internacional, bem como a contratação do frete internacional,para transportar a
mercadoria até o porto de destino indicado.
Destaque-se que os riscos por perdas e danos na mercadoria são
transferidos do vendedor para o comprador, ainda no porto de carga(igual ao
FOB, na “ship rail”). Assim, a negociação(venda propriamente dita) está
ocorrendo ainda no país do vendedor.
Esse Termo só pode ser usado no
transporte aquaviário(marítimo,fluvial ou lacustre)
CIF- Cost, Insurance and
Freight- Custo, Seguro e Frete(..porto de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor tem as
mesmas obrigações que no “CFR” e, adicionalmente, que contratar o seguro
marítimo, contra riscos de perdas e danos durante o transporte. Como a
negociação ainda está ocorrendo no país do exportador( a amurada do navio,no
porto de embarque, é o ponto de transferência de responsabilidade sobre a
mercadoria), o comprador deve observar que no Termo “CIF” o vendedor somente é
obrigado a contratar seguro com cobertura mínima.
Esse Termo só pode ser usado no transporte aquaviário(marítimo,fluvial
ou lacustre).
LOG.8
4.4 – Leis, decretos e portarias sobre
transporte de cargas nos diversos modais
A legislação é
vasta em vista da dinâmica dos transportes nos diversos modais.
Para se
atualizar, basta entrar no site da Agência
Nacional de Transportes Terrestres(ANTT).
No Google basta colocar a sigla. O
mesmo para o transporte aéreo com a ANAC
e o transporte marítimo com a Agência Nacional de Transportes
Aquaviários(ANTAQ).
4.5 – Cláusulas Comerciais
Citaremos apenas as
seis cláusulas comerciais mais importantes e mais utilizadas no Brasil.
FCA- Free Carrier –
transportador livre(local designado)
Nesse termo o vendedor(exportador) completa suas obrigações quando
entrega a mercadoria pronta para exportação aos cuidados do transportador
internacional indicado pelo comprador, no local designado do país de origem
Por conseguinte,cabe ao comprador(importador) contratar frete e seguro
internacionais,
Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.
FAS- Free Alongside Ship –
Livre no Costado do Navio(porto de embarque designado)
Neste termo, a responsabilidade do vendedor se encerra quando a
mercadoria é colocada ao longo do costado do navio transportador, no porto da
carga.
A contratação do frete e do seguro internacionais fica por conta do
comprador.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário(marítimo,
fluvial ou lacustre)
FOB- Free on Board – Livre a
Bordo( do porto de embarque designado)
Nesse termo, a responsabilidade do vendedor, sobre a mercadoria, vai
até o momento da transposição da amurada do navio(“ship rail”),no porto de
embarque, muito embora a colocação da mercadoria a bordo do navio seja também, em
princípio, tarefa a cargo do comprador.Ressalte-se que o transportador é
contratado pelo comprador(importador). Logo, na venda “FOB” o exportador precisa
conhecer qual o termo marítimo acordado entre o comprador e o armador, a fim de
verificar quem deverá cobrar as despesas de embarque da mercadoria.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário(marítimo,
fluvial ou lacustre).
LOG.7
4.2 – Terceirização no transporte de cargas e
armazenagem
Lei nº 11.442 de 05/11/2007 – Dispõe sobre
o transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e revoga a Lei 6.813
de 10 de julho de 1980.
O Tribunal Regional do Trabalho(TRT) da 9ª Região com sede em Curitiba,
julgou constitucional relação de empresas com autônomos.
De acordo com os
dados de 2010 do Registro Nacional de
Transportadores Rodoviários de Carga( RNTRC ) da Agência Nacional de
Transportes Terrestres( ANTT ) existem no país perto de 161 mil empresas,
entre carga própria( cerca de 80%) e empresas de transporte(cerca de 20%), além de mais de 823 mil transportadores autônomos,
totalizando1,9 milhão de veículos.
Dados atuais, confira direto no
site da ANTT.
4.3 – Normas de Segurança Aplicadas no
Manuseio de Transporte de Cargas
Perigosas
Segundo a
legislação atual da ANAC, todas as
pessoas envolvidas no transporte aéreo de produtos perigosos precisam do treinamento em cargas perigosas com
reconhecimento da ANAC.
Segurança no transporte
Com vistas à otimização da
segurança na movimentação de cargas perigosas, devemos ter em conta os
seguintes aspectos:
. Classificação do material
antes de transportar;
. Ambiente de distribuição;
. Regulamentação;
. Embalagem;
. Documentação-facilita todo o processo na
cadeia
Logística;
. Marcação e Identificação;
. Treino – Investir no treino das
atividades
específicas
de cada operador, antes do
manuseamento
de cargas perigosas;
. Alterações – mudanças nas
leis;
. Propriedades dos materiais ou condições
ambientais;
. Transportadores – método como estes atuam e a
Capacidade tecnológica dos
mesmos;
. Conexão –A ligação entre os diferentes
elos da
Cadeia de
abastecimento deve ser clara
e
eficiente.
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