22 de nov. de 2014

Gestão de Cadeia de Suprimentos - parte I

O que é Cadeia de Suprimentos? Conceito e Aplicações Iniciais


Não concordo com a abordagem dessa aula no que concerne a separação dos conceitos de Logística e Cadeia de Suprimento. Engrosso a corrente de autores que não concordam com essa separação de conceitos. Sendo assim,considero a Logística um conjunto onde a Cadeia de Suprimento é simplesmente um subconjunto. Para ser bem simples: Cadeia de Suprimento consiste num fluxo de materiais desde a matéria-prima até o consumidor final, bem como os fluxos internos de cima para baixo e de baixo para cima, num movimento constante; Ora , o que é a Logística? É um movimento constante de materiais, tanto de matérias-primas,semi-acabados,componentes diversos e produtos acabados, até o consumidor final. Em suma: Logística é movimento em toda a cadeia produtiva, logo a Cadeia de Suprimento consiste em uma  das ferramentas da Logística, e estamos conversados.

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NÃO SE CONSTRÓI ECONOMIA SEM PESSOAS E SEM LOGÍSTICA

Posted: 09 Nov 2014 05:04 PM PST
Businessman climbing the career steps drawn on a black chalkboarÉ cada vez mais preocupante a exclusão dos valores humanos nos ciclos econômicos e, como não dizer, nas nossas relações pessoais. Esse valor humano está deixando de ser o elo principal para se tornar secundário, ou até inexistente em muitos sistemas econômicos. Gradativamente, as pessoas estão deixando de ser “a razão” para ser “um meio”. […]
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POR QUE TERCEIRIZAR A LOGÍSTICA?

Posted: 10 Nov 2014 05:05 AM PST
terceirizacao logisticaEssa é uma dúvida muito comum! Apesar de muito se falar sobre outsourcing (terceirização) ainda existem muitas empresas que realizam determinadas atividades, diferentes do seu Core Business (Negócio Chave/Atividade Fim) internamente. Esse posicionamento pode estar correto, principalmente se tais atividades forem exclusivas e o mercado não dispor de Prestadores de Serviços capacitados para sua execução. […]
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3 de nov. de 2014

LOG.10


CPR- Carriage Paid to – Transporte Pago até(local de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor contrata o frete pelo transporte da mercadoria até o local designado. Os riscos de perdas e danos na mercadoria, bem como quaisquer custos adicionais devidos a eventos ocorridos após a entrega da mercadoria ao transportador, são transferidos pelo vendedor ao comprador, quando a mercadoria é entregue à custódia do transportador.
Esse Termo pode ser usado em qualquer modalidade de transporte, inclusive multimodal.
____________________X________________________
LOG.9
CFR- Cost and Freight – Custo e Frete(porto de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor assume todos os custos anteriores ao embarque internacional, bem como a contratação do frete internacional,para transportar a mercadoria até o porto de destino indicado.
Destaque-se que os riscos por perdas e danos na mercadoria são transferidos do vendedor para o comprador, ainda no porto de carga(igual ao FOB, na “ship rail”). Assim, a negociação(venda propriamente dita) está ocorrendo ainda no país do vendedor.
Esse  Termo só pode ser usado no transporte aquaviário(marítimo,fluvial ou lacustre)

CIF- Cost, Insurance and Freight- Custo, Seguro e Frete(..porto de destino designado)
Nesse Termo, o vendedor tem  as mesmas obrigações que no “CFR” e, adicionalmente, que contratar o seguro marítimo, contra riscos de perdas e danos durante o transporte. Como a negociação ainda está ocorrendo no país do exportador( a amurada do navio,no porto de embarque, é o ponto de transferência de responsabilidade sobre a mercadoria), o comprador deve observar que no Termo “CIF”  o vendedor somente é obrigado a contratar seguro com cobertura mínima.
Esse Termo só pode ser usado no transporte aquaviário(marítimo,fluvial ou lacustre).




  LOG.8
 4.4 – Leis, decretos e portarias sobre
                transporte de cargas nos diversos modais
                A legislação é vasta em vista da dinâmica dos transportes nos diversos modais.
                Para se atualizar, basta entrar no site da Agência Nacional de Transportes Terrestres(ANTT).
               No Google basta colocar a sigla. O mesmo para o transporte aéreo com a ANAC  e o transporte marítimo com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários(ANTAQ).

4.5 – Cláusulas Comerciais
           Citaremos apenas as seis cláusulas comerciais mais importantes e mais utilizadas no Brasil.
FCA- Free Carrier – transportador livre(local designado)
Nesse termo o vendedor(exportador) completa suas obrigações quando entrega a mercadoria pronta para exportação aos cuidados do transportador internacional indicado pelo comprador, no local designado do país de origem
Por conseguinte,cabe ao comprador(importador) contratar frete e seguro internacionais,
Este termo pode ser utilizado em qualquer modalidade de transporte.

FAS- Free Alongside Ship – Livre no Costado do Navio(porto de embarque designado)
Neste termo, a responsabilidade do vendedor se encerra quando a mercadoria é colocada ao longo do costado do navio transportador, no porto da carga.
A contratação do frete e do seguro internacionais fica por conta do comprador.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário(marítimo, fluvial ou lacustre)

FOB- Free on Board – Livre a Bordo( do porto de embarque designado)
Nesse termo, a responsabilidade do vendedor, sobre a mercadoria, vai até o momento da transposição da amurada do navio(“ship rail”),no porto de embarque, muito embora a colocação da mercadoria a bordo do navio seja também, em princípio, tarefa a cargo do comprador.Ressalte-se que o transportador é contratado pelo comprador(importador). Logo, na venda “FOB”  o exportador precisa conhecer qual o termo marítimo acordado entre o comprador e o armador, a fim de verificar quem deverá cobrar as despesas de embarque da mercadoria.
Esse termo só pode ser utilizado no transporte aquaviário(marítimo, fluvial ou lacustre).


LOG.7
   4.2 – Terceirização no transporte de cargas e
              armazenagem
              Lei nº 11.442 de 05/11/2007 – Dispõe sobre o transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e revoga a Lei 6.813 de 10 de julho de 1980.
O Tribunal Regional do Trabalho(TRT) da 9ª Região com sede em Curitiba, julgou constitucional relação de empresas com autônomos.

                De acordo com os dados de 2010 do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga( RNTRC ) da Agência Nacional de Transportes Terrestres( ANTT ) existem no país perto de 161 mil empresas, entre carga própria( cerca de 80%) e empresas de   transporte(cerca de 20%), além  de mais de 823 mil transportadores autônomos, totalizando1,9 milhão de veículos.
                  Dados atuais, confira direto no site da ANTT.
    4.3 – Normas de Segurança Aplicadas no
               Manuseio de Transporte de Cargas
                Perigosas
                Segundo a legislação atual da ANAC, todas as pessoas envolvidas no transporte aéreo de produtos perigosos precisam do treinamento em cargas perigosas com reconhecimento da ANAC.
                
   

                       Segurança no transporte
              Com vistas à otimização da segurança na movimentação de cargas perigosas, devemos ter em conta os seguintes aspectos:
. Classificação do material antes de transportar;
. Ambiente de distribuição;
. Regulamentação;
. Embalagem;
. Documentação-facilita todo o processo na cadeia
                                 Logística;
. Marcação e Identificação;
. Treino – Investir no treino das atividades
                    específicas de cada operador, antes do
                     manuseamento de cargas perigosas;
. Alterações – mudanças nas leis;
. Propriedades dos materiais ou condições
   ambientais;
. Transportadores – método como estes atuam e a
                                         Capacidade tecnológica dos
                                          mesmos;
. Conexão –A ligação entre os diferentes elos da
                       Cadeia de abastecimento deve ser clara
                        e eficiente.