Assuntos referentes a Ciência da Administração e a Área especializada de Administração de Materiais e Logística, fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa e mesmo de um país
17 de ago. de 2014
Trens do Brasil
Warren G. Bennis, no seu livro: Desenvolvimento Organizacional: natureza,origens e perspectivas, publicado nos Estados Unidos em 1969, diz: " O desenvolvimento organizacional é uma maneira de agir que capacita a administração a passar a dispor de mais conscientização no que se refere a inovação e à revitalização, de modo que respostas novas e mais inovadoras possam ser desenvolvidas pelas organizações que irão se defrontar com a extraordinária turbulência da próxima década".Ora, Bennis se referiu a década de 1970 e, a Rede Ferroviária Federal S/A-como representante do sistema ferroviário vigente na época- estava inserida nesse contexto descrito por Bennis. Sendo assim, sabemos que as empresas sofrem um processo de desgaste e envelhecimento, necessitando fazer a chamada entropia negativa, desenvolvendo a organização objetivando a inovação e a revitalização. Processo esse que, infelizmente, não ocorreu com a RFFSA por vários motivos entre os quais, destacamos os dois principais: a) Uma Administração Geral( AG ) sem visão estratègica da real importância de um sistema ferroviário nacional integrado, haja vista suas decisões preconceituosas com referência ao sistema ferroviário nordestino, aliado a um corpo de gerentes corporativos( engenheiros) que no nível tático, com decisões anacrônicas, aceleraram ainda mais, a extinção da Empresa; b) A política do Governo Federal em, intencionalmente, sucatear a RFFSA, visando a sua privatização e, também, sem elaborar um Plano Estratégico para o Sistema de Transporte Nacional, integrando a ferrovia a outros modais de transporte.( Enio Garrett)
16 de jul. de 2014
Picking - Estantes desenhadas para armazenar caixas individuais e produtos soltos. Sistema indicado para mercadorias que são depositadas e retiradas manualmente.
Picking M7 (Rack Manual)
Sistema de armazenagem de produtos para picking manual seguindo o princípio “homem ao produto”.
Estantes picking dinâmico
Permite o deslizamento das mercadorias sobre plataformas de roletes para garantir a perfeita rotação do produto.
Corredor elevado
Possibilita aproveitamento máximo da altura do seu armazém com um corredor ou vários em altura.
Estantes sem parafusos Metal Point
Se adaptam a infinitos usos e aplicações em seu armazém, escritório, em sua casa...
Cantoneira perfurada
Sistema de armazenamento de cargas leves simples e econômico para as mais diversas aplicações.
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7 de jun. de 2014
A maior obra ferroviária do Brasil
A Ferrovia do Aço foi concebida no Governo do Presidente Emílio Garrastazu Médici e o Ministro dos Transportes era o Coronel Mário Andreazza.
Contestem isto, bandos de cretinos do PT e dessa corja comunista da esquerda, que vive ocultando e destruindo as realizações dos governos militares, ou melhor dos governos civis-militares.
Aos meus alunos , ex-alunos, amigos e pessoas críveis de espírito, pesquisem sobre as realizações no campo econômico e social dos governos civis-militares.
5 de jun. de 2014
Trem de Minério passando pela Estação da Luz -MRS
A convivência do transporte ferroviário de cargas e de passageiros.
Travessia de SP pela MRS
A atuação da MRS Logística vem demonstrando que a ferrovia deveria ser utilizada de maneira mais racional.
Dependerá de vontade política, para termos um sistema ferroviário competitivo e dentro dos padrões internacionais.
HISTÓRIA DA MRS LOGÍSTICA
Foi constituída em agosto de 1996, assumindo a concessão no dia 1º de dezembro do mesmo ano, após a obtenção por cessão dos direitos adquiridos pelo Consórcio MRS Logística, através do leilão de privatização, realizado em 20 de setembro de 1996, na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, pelo valor de R$888,9 milhões.
Os trechos que foram concedidos para a exploração do transporte ferroviário de cargas, são aqueles que pertenceram às antigas ferrovias, Estrada de Ferro Central do Brasil, nas linhas que ligam Rio de Janeiro a São Paulo e a Belo Horizonte, bem como a Ferrovia do Aço e aqueles pertencentes à Estrada de Ferro Santos-Jundiaí excluídas, em ambos os casos, as linhas metropolitanas de transporte de passageiros no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Suas linhas abrangem a mais desenvolvida região do país interligando as cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Além de se constituir no sistema que une os maiores centros consumidores e produtores do país, as linhas da MRS se constituem no acesso ferroviário a importantes portos brasileiros: Rio de Janeiro, Itaguaí e Santos, além de atender ao terminal privativo de embarque de minério de ferro de propriedade da MBR, na Ilha de Guaíba na Baía de Angra dos Reis.
O controle da empresa é dividido da seguinte forma Gerdau 2,37% Usiminas Participação e Logística 19,92% Vale 19,26%, CSN 27,83% e Minerações Brasileiras Reunidas S/A - MBR 20,00%, enquanto outros acionistas detém os 10,62% restantes.1
Presidentes[editar | editar código-fonte]
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