1 de jun. de 2014

Amtrak Train Passes Track Switches CSX Train Passes

Union Pacific 8854 Special In March 2014


Será que os dirigentes norte-americanos são burros em qualificar o modal ferroviário?
Ou eles estabeleceram um equilíbrio equânime entre os diversos modais de transportes nos Estados Unidos? Está claro que o governo norte-americano desenvolve uma logística integrada de transporte terrestre.
Aos alunos e leitores deste blog: comparem a qualidade e conservação  das vias permanentes deste vídeo, com as vias permanentes dos vídeos postados de ferrovias brasileiras.
Enquanto  não se estabelecer um planejamento estratégico para o sistema de transporte brasileiro, enfocando a ferrovia como um dos principais modais, em vista das dimensões territoriais, considero uma piada, falar de logística integrada no Brasil.
Não existe vontade política para estabelecer uma logística integrada de transporte de cargas e passageiros, com enfoque no modal ferroviário, isso é um fato.

Union Pacific Military Train - 5/16/11

Union Pacific - NEW UMAX & EMP Containers - 11/21/10


Observem a qualidade da malha ferroviária, que tem condições de suportar um tráfego intenso e de grande tonelagem por eixo. Cada vagão plataforma, devido a sua robustez, tem a capacidade de receber dois contêineres de 40 pés, suportando um peso. em média de 52 toneladas, O vídeo demonstra a convivência harmoniosa do transporte ferroviário de cargas e passageiros.
No Brasil os "iluminados" decidiram que o transporte ferroviário de passageiros é deficitário e erradicaram vários ramais ferroviários que serviam ao transporte de passageiros. Isto demonstra uma total falta de visão logística pois, a mobilidade  de pessoas e cargas são de vital importância para o desenvolvimento integrado de todas as regiões do país. Realmente, o modal ferroviário é destinado para grandes pesos e longas distâncias. Entretanto, o  governo poderia subsidiar o transporte ferroviário de passageiros, desenvolvendo e implementando um planejamento estratégico de transporte, visando a integração dos diversos modais, tando para o transbordo de cargas, como para a mobilidade das populações regionais, desmistificando esse falso argumento: que não se deve misturar transporte ferroviário de carga com o de passageiros. O vídeo em tela, mostra cabalmente que esse argumento é falso.É por isso que, os Estados Unidos se constituem na maior nação do planeta.
Obs.: Convém salientar que nos diversos países da Europa, o modal ferroviário privilegia, juntamente com o transporte ferroviário de cargas, o transporte de passageiros, não sendo portanto, privilégio único dos Estados Unidos.

Union Pacific 7369 with NEW UMAX Containers - 8/21/10


Este vídeo mostra, primeiramente,a qualidade das rodovias norte-americanas, como também, a perfeita dualidade da ferrovia com a rodovia. A composição ferroviária deste vídeo, mostra um transporte de contêineres em vagões-plataforma, com dois contêineres de 40 pés em cada vagão.
Convém salientar que, cada contêiner de 40 pés pesa em média, de 26 a 28 toneladas/m³. O trem deste vídeo é formado por uma locomotiva principal e uma assistente, puxando 98 vagões( mais ou menos). Para esse desempenho, é necessário ter uma via permanente robusta e bem conservada, em vista do grande peso que tem  que suportar.
Infelizmente, as nossas vias permanentes, além de terem bitolas de várias dimensões, dificultando o transporte de um estado para outro, têm  estruturas físicas modestas e, consequentemente, inadequadas para suportarem uma composição ferroviária como a deste vídeo. Enquanto não se estabelecer um planejamento estratégico do sistema de transporte brasileiro que contemple a ferrovia como fundamental para a diminuição dos custos logísticos, não teremos uma verdadeira logística nacional que favoreça o consumo interno, acessível a toda a população.

Union Pacific 7436 - Autorack Train - 8/9/10


Neste vídeo observamos um trem formado por 50 vagões fechados, sendo tracionados por uma locomotiva principal e duas assistentes. Note-se a conservação da via permanente( a linha do trem), com um bom lastro de britas. Isso demonstra a perfeita conservação das vias permanentes no Sistema Ferroviário norte-americano. Os Estados Unidos valorizam o transporte ferroviário de cargas, como também o de passageiros. Portanto, os custos logísticos são reduzidos,  sem prejudicar o transporte  rodoviário de cargas pois, o Sistema de Transporte norte-americano contempla o intermodalismo das cargas, com eficácia e eficiência. Então, a logística ferroviária norte-americana retrata cabalmente, o grande desenvolvimento econômico e social dos Estados Unidos.

11 de mai. de 2014

Infraero Cargo. Conheça as soluções em Logística de Carga da Infraero



   O importante para desenvolver a logística, em um  país continental como o Brasil, é promover a integração entre os modais. Para realizar essa integração dos modais logísticos, será necessário estabelecer uma política de transporte coerente com a realidade territorial brasileira. Portanto,é mister desenvolver um Planejamento Estratégico que transcenda  períodos de governos e contemple equanimente os modais visando o desenvolvimento da logística nacional.

Ferrovia Norte-Sul- NOVA FRONTEIRA IMOBILIÁRIA RURAL


     É necessário ter uma visão sistêmica do Sistema Ferroviário Nacional.Para isto,  o Governo Federal, através do Ministério dos Transportes, devia elaborar um Planejamento Estratégico objeivando, concretamente, implantar e implementar uma logística integrada dos modais de transporte. A ferrovia Norte-Sul constiui um projedo audacioso e importante para as regiões onde a mesma está sendo implantada. Entretanto, no que pese o desenvolvimento das regiões abrangidas pela ferrovia,o projeto poderia ser concebido no conjunto de outros projetos, isto é, que os projetos de ferrovias estivessem dentro de um planejamento global, com a finalidade de intercâmbiar as malhas ferroviárias e com isso favorecer a integração logística nacional.
   Parece ser utópico este raciocínio, principalmente em nosso país, onde os interesses político-partidários prevalecem aos argumentos técnicos e racionais. Mas, como administrador de empresas e professor de Administração Geral e de Materiais e Logística, não poderia deixar de fazer este comentário.

Trens do Brasil

19 de mar. de 2014

CONTROLE DE ESTOQUE - O GIRO É UMA QUESTÃO MATEMÁTICA

Matéria de Fernando Spaggiari - Consultor em Gestão Empresarial
   Num regime econômico inflacionário e com altas taxas de juros, é relativamente comum as empresas, principalmente as nacionais, enveredarem pelos caminhos da descapitlização.
   Tais fatos ocorrem de forma tão sutil que os administradores só são sensibilizados pelo processo que se instaura quando baixa o nível quantitativo dos estoques, ou quando aumenta o volume de endividamento financeiro.
   A contabilidade, na atual conjuntura, além de não identificar o processo de descapitalização, perde um dos seus maiores objetivos, ou seja, a capacidade de fornecer à administração o necessário suporte gerencial, pois não atualiza uma série de valores monetários, como, por exemplo, o financiamento das vendas, que à época do retorno têm  o valor delapidado  pela inflação.
   O que se tem observado é que, as empresas, nos períodos de expansão do mercado, comprometem o capital de giro, com um exacerbado volume de compras, ou com novos investimentos. A elevação das taxas de juros e o crescimento da inflação fazem com que as mesmas conheçam uma avolumação da dívida com terceiros que, por vezes, acaba por conduzí-las à insolvência.
   Efetivamente, quando o dinheiro passa a ser o componente mais oneroso dos custos, a administração tem necessidade de localizar  as ociosidades financeiras existentes na empresa, de modo a poder eliminá-las.
   Embora exista entre os administradores o consenso de qu é nos estoques  que estão imobilizadas as maiores parcelas de capital de giro das empresas, numa economia onde os preços são permanentemente remarcados, não é tarefa de fácil exequibilidade agilizar  e otimizar os recursos neles investidos. Nessa investida, informações financeiras importantes  não podem ser perdidas de vista para se conseguir  aumentar os lucros. Algumas delas são: 
   .Valor presente e futuro do capital de giro da empresa, são feitos observando-se os parâmetros da taxa de juros e da variação inflacionária. Dentre os elementos que constituem o capital de giro, os estoques são os que impõem maiores dificuldades  no dimensionamento financeiro, tendo em vista que as sua valorizações estão ligadas às variações dos preços de compra e venda, custos de estocagem  e o respectivo tempo em que as mercadorias  estão estocadas, taxa financeira efetiva da empresa e modificações ocasionadas à estrutura dos custos pelos tributos indiretos.
   . A determinação dos prazos e volumes financeiros a serem investidos nos estoques, de maneira a permitir a otimização no uso dos recursos.
   . Quantificação dos valores financeiros e dos prazos dos vencimentos destinados ao financiamento das vendas, de modo que não seja necessária a utilização de recursos de instituições financeiras ou de terceiros.
   . E o conhecimento da taxa de juros efetiva da empresa, possibilitando direcionamento financeiro do negócio para a auto-suficiência.
   Observando-se buscar as soluções para as questões expostas,desenvolveu-se um sistema administrativo que leva em conta primordialmente os seguintes aspectos: as rfelações existentes entre as taxas de juros do mercado, o financiamento que a empresa recebe dos fornecedores  por ocasião das compras  e os dispêndios  financeiros  havidos na produção e nas vendas.
   No sistema mencionado, os suprimentos recebem um tratamento bastante sigularizado. para tanto, criou-se um novo método  de reavaliação dos estoques. O modelo que se convencionam chamar "MCE". Mensuração dos Custos de Estocagem, envolve3m coeficientes matemáticos e funciona como uma tabela financeira; com ela é possível estabelecer-se o número de dias que um determinado produto ou 7uma determinada matéria-prima pode ficar estocado, sem que os seus custos se tornem gravosos.
   Quando um novo aumento se aproxima, o sistema identifica o que é mais rentável: aumentar as quantidades das compras, ou investir no mercado financeiro. Informa também se é melhor reter o produto acabado, ou comercializá-lo imediatamente.
   O sistema permite  que se atualize o valor dos estoques diariamente, viabilizando a montagem de campanhas promocionais  de vendass, aumentando a competitividade4 da empresa no mercado. 
   Por tais nuances, o sistema melhora o nível do desempenho dos negócios, redundando no aumento da lucratividade dos produtos.
Fonte: Revista Distribuição, nº 13 de agosto/1993 - Revista da ABAD - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ATACADISTAS E DISTRIBUIDORES DE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS.

11 de jan. de 2014

A PROFETISA DA ADMINISTRAÇÃO

Mary Parker Follet: a profetisa da Administração

Nascida no final do século 19, Follet foi uma revolucionária e suas ideias construíram alguns pilares da Administração que inspiram teorias utilizadas até hoje

Leandro Vieira
Wikimedia
Imagine um pesquisador que tem ideias inovadoras em uma realidade que está vários passos aquém de sua linha de pensamento. Nesse caso, é provável que seja difícil para este pesquisador se fazer ouvir, receber crédito e conseguir avançar nas análises sobre sua teoria. Ele ainda corre o risco de ser silenciado e até ridicularizado pela sociedade que dificilmente compreenderia suas propostas. E se, na realidade, esse pesquisador fosse uma mulher e sua época fosse dominada por homens? Pois é, o tempo foi uma das barreiras para a difusão das ideias da estudiosa Mary Parker Follet, que já no início da década de 1920 forneceu as mais valiosas contribuições à Administração.
Considerada por Peter Drucker a "profeta do gerenciamento", Follet foi pioneira ao introduzir o conceito de circularidade na interação entre seres humanos. Ela explicava que no comportamento circular existem, em uma discussão aberta, a confrontação e o jogo livre na exposição de ideias. Há a integração das diferenças, ao invés de haver dominação de uma ideia sobre as outras ou a concessão das partes na busca por uma ideia comum a todos. Ou seja, surgindo um conflito em um grupo, as soluções devem ser encontradas somente com a participação de todas as partes, não por meio de uma “psicologia de adaptação”, mas de uma “psicologia de invenção”.
No entanto, a dinâmica circular, que pode sugerir um círculo virtuoso e positivo, que leva à criatividade e ao desenvolvimento, também pode criar um círculo vicioso e negativo, levando à esterilidade e à desagregação.
No momento em que um membro do grupo toma posição frente aos demais, os outros também tomarão uma posição em relação a ele. A hipótese do círculo de desenvolvimento que segue a espiral positiva prevê que o comportamento socialmente integrador em uma pessoa tende a induzir um comportamento análogo nos outros. Instaura-se, assim, um clima favorável que, de acordo com Domenico De Masi, “multiplica e enriquece a troca de informações em todos os níveis, elimina as ameaças e os medos, potencializa a coragem de tentar e errar, atrai do exterior os melhores cérebros, protege os participantes com personalidades mais fracas e os ajuda a permanecer no grupo, determina a sintonia e a ‘extensão de onda’ comum, graças às quais é mais fácil colher as mais sutis intuições, que frequentemente se revelam resolutivas”.
Precursora da Escola de Relação Humanas, Mary Parker Follet desenvolveu conceitos que foram redescobertos por estudiosos da Administração anos mais tarde. Apesar disso, poucos ouviram falar da pesquisadora pois, como afirmou Peter Drucker, nos anos 1930 e 1940, suas ideias, conceitos e preceitos desenvolvidos foram rejeitados. Seus ensinamentos eram incompreensíveis naquela realidade, em que a sociedade estava dominada por uma crença profunda na luta de classes. Patrões e empregados em eterna posição antagônica.
Follet foi uma visionária que desenvolveu um pensamento extremamente atual, que é base para o gerenciamento colocado em prática no dia-a-dia das empresas. Ela faleceu em 1933 sem ter o devido reconhecimento, mas suas pesquisas e constatações foram revolucionárias, fundamentais e até hoje fazem história na Administração.
Por Leandro Vieira e Mayara Emmily

3 de dez. de 2013

DIFICULDADES PARA TOMAR DECISÕES

Você tem dificuldades para tomar decisões?

Muitos podem não perceber, mas isso gera perda de tempo e, pior, de dinheiro também

Christian Barbosa
Shutterstock
Tomar uma decisão nem sempre é um ato simples e rápido. Você já reparou como é comum encontrarmos pessoas e até mesmo empresas que têm dificuldades no momento de fazer uma escolha? São assuntos que se arrastam por reuniões intermináveis e, em meio a tantas discussões, muitas decisões são “compartilhadas” até o momento em que ninguém mais é dono da ideia.
Muitos podem não perceber, mas isso gera perda de tempo e, pior, de dinheiro também. Diante disso tudo, não podemos apontar um único responsável por tornar as escolhas mais difíceis, existem inúmeros fatores que podem empacar o processo. Por isso, decidi listar os casos mais típicos, para que em uma próxima oportunidade você tenha condições de resolver qualquer questão com mais facilidade.
1 – Falta de autonomia para decidir
Tem líder, empresa ou processo que simplesmente não dá autonomia necessária para que as pessoas tomem as próprias decisões. Isso pode ser para controlar risco, para gerenciar mais de perto processos ou pelo simples fato de “ego grande”. Alguns líderes não conseguem conviver com a ideia de que alguém tome a decisão por eles. 
2 – Falta de coragem para decidir
Algumas pessoas têm a autonomia para tomar a decisão, mas não conseguem ter coragem de decidir por si próprios. Preferem contar com a ajuda de outros para compartilhar a decisão, o que não é de todo ruim, porém isso, na maior parte dos casos, acaba se arrastando por muito tempo. 
3 – Excesso de opções
Quanto mais opções, informações e conteúdo, mais difícil de decidir. Se você quer fazer a reforma da sua casa e pede para seis empresas fazerem orçamento, a sua decisão vai ser muito mais demorada do que se você fizesse apenas três orçamentos. Quanto mais opções, mais dúvidas geramos. Limitar suas opções é um fator de extremo bom senso para a decisão acontecer. 
4 – Necessidade de brilho pessoal
Algumas decisões não são tomadas pelo simples fato de que o cara que poderia decidir prefere que todo mundo pense no assunto, bata a cabeça, faça um monte de reuniões, levantamentos, gaste muito tempo e dinheiro. Até que chega um belo dia em que o “super decisor” aparece com a solução mágica, que, provavelmente, ele já sabia desde o primeiro minuto. Já presenciou algum acontecimento como esse? 
5 – Falta da gestão de “milestones”
Muitas decisões não são tomadas porque as pessoas simplesmente esquecem. Você, por exemplo, pede cotação de preço de alguma coisa, vai recebendo as propostas por email ao longo dos dias e vai tocando a vida. Muita gente se esquece do que pede e, diante da falta de “urgência”, vai arrastando o assunto e a decisão não é feita. Colocar uma tarefa de quando deve ser a decisão ajuda a limitar o tempo e, por consequência, realizá-la. 
6 – Preguiça
Por último, mas não menos incomum, temos a famosa preguiça. Vamos deixando para depois e, em muitos casos, a decisão não é tomada. Só que não tomar nenhuma decisão já é uma decisão: a de negligenciar.
As opiniões veiculadas nos artigos de colunistas e membros não refletem necessariamente a opinião doAdministradores.com.br.

Segundo lugar não é motivo de comemoração (06/11/2013) - Comentário de L...

Boca aberta dos diplomas (22/11/2013) - Comentário de Luiz Carlos Prates

Funcionários Temporários (14/11/2013) - Comentário de Luiz Carlos Prates

22 de nov. de 2013

Union Pacific 8006 Z Train (HD)


Observem a qualidade dessa passagem de nível. Vejam  essa composição ferroviária se deslocando transportando carretas. Não é sem razão que os Estados Unidos são uma grande nação e a maior economia do planeta. O transporte ferroviário se constitui na ponta de lança do sistema de transporte de cargas do país, integrado aos outros modais com eficácia e eficiência.