Assuntos referentes a Ciência da Administração e a Área especializada de Administração de Materiais e Logística, fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa e mesmo de um país
25 de mai. de 2013
7 de mai. de 2013
3 de mai. de 2013
28 de abr. de 2013
16 de abr. de 2013
O PROBLEMA DA MOBILIDADE URBANA
O modismo da atualidade em todo o Brasil e , em particular , no Estado de Pernambuco, é a mobilidade urbana. Os nossos governantes só agora se preocuparam com esse assunto, em vista dos futuros eventos internacionais que serão realizados no território brasileiro, como: a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo de Futebol, em 2014 e as Olimpíadas em 2016. Isto demonstra que os nossos governantes, em qualquer esfera de governo - municipal ,estadual ou federal - não têm preocupações com o futuro da sociedade brasileira. O Planejamento Estratégico nunca foi e nunca será prioridade dos governos pois, a maioria dos políticos e politiqueiros deste país, administram no imediatismo para angariar votos da maioria inculta da nação. O tema em epígrafe é um exemplo patente desta minha assertiva. A chamada mobilidade urbana que eles vivem aos quatro cantos do pais falando e tomando medidas paliativas, nada mais é do que a Logística Urbana que deve ser encarada com seriedade e profundidade pois, repercutirá nas gerações futuras do país. Portanto, para se elaborar um projeto de Logística urbana é necessário elaborar um Planejamento Estratégico levando em conta as realidades regionais, bem como, tomar decisões técnicas, políticas e administrativas honestas . sem coluio com as empreiteiras que estão tornando a vida urbana das principais cidades brasileiras num verdeiro inferno, com uma qualidade de vida inferior aos países de primeiro mundo. Não se pode falar em mobilidade urbana em Recife, permitindo desregradas construções de prédios e mais prédios em Recife e Região Metropolitana. Então, não adiantam construirem viadutos, túneis e passarelas pois , essas ações são meramente paliativas. Acabaram praticamente, com a vida urbana do Pina , de Boa Viagem, de Piedade e de vários bairros . A propina é muito grande e a ganância para cargos eletivos é maior ainda. Esses pseudos líderes de hoje, estão preocupados em se elegerem para outro mandato pois, usam o assistencialismo e o paternalismo para isso.
Em resumo: A mobilidade urbana, isto é, a Logística urbana deveria ser implementada através de um Planejamento Estratégico e criar condições estruturais para que a sociedade de hoje e do futuro tenham uma vida urbana digna e saudável.
9 de abr. de 2013
Teletrabalho: Trabalho em casa aumenta produtividade, diz OIT
Teletrabalho: Trabalho em casa aumenta produtividade, diz OIT: O trabalho remoto pode aumentar a produtividade e oferecer vantagens para os empregados.
29 de mar. de 2013
23 de fev. de 2013
22 de fev. de 2013
21 de fev. de 2013
22 de jan. de 2013
14 de jan. de 2013
DESAFIOS DA INTEGRAÇÃO DO TRANSPORTE FERROVIÁRIO NO BRASIL
Desafios da integração do transporte ferroviário no Brasil
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Todos nós brasileiros estamos contentes e satisfeitos com a situação econômica do País, finalmente estamos sendo tratados como gente grande, alvo de investimentos de boa parte do mundo, com espaço e oportunidades para crescer. Porém quando olhamos o tamanho dos desafios que teremos de enfrentar no curto prazo para tornar esta realidade sustentável, sentimos um frio na barriga e indagamos para nós mesmos se vamos conseguir.
Na cidade de São Paulo o metrô retira 300 mil carros das ruas por dia e não há dúvidas que este é o melhor e mais eficiente transporte de massa para as grandes cidades, porém ele só não é suficiente. Um sistema de transporte urbano eficiente tem que ter capilaridade, como, por exemplo, a criação de bolsões de estacionamento nas estações de metrô dos bairros mais afastados do centro, com preços convidativos de modo que incentive o usuário a não trafegar pelo centro da cidade.
Os ônibus devem fazer os trajetos dos bairros mais distantes até as linhas de metrô e trem, de modo a escoar mais rapidamente a população rumo ao centro da cidade. Para que isto aconteça precisamos de mais linhas e mais trens, pois o sistema de trens de São Paulo é tímido no seu tamanho e mostra sinais visíveis de saturação. Situação semelhante se verifica em cidades como Rio de Janeiro, Recife e Belo Horizonte, entre outras.
Apenas nos últimos anos estamos ouvindo a falar no Brasil da sigla TAV (Trem de Alta Velocidade), realidade presente em quase toda Europa e Ásia desde a década de 80 e agora na China, onde o modal progride a olhos vistos com a inauguração da maior linha de TAV do mundo, com 1.300 km ligando Beijim a Xangai. O Brasil não poderia estar tão atrasado com esta tecnologia, pois somos um país de dimensões continentais e grandes centros urbanos no Sul e Sudeste, separados a distâncias entre 400 Km e 600 Km, ideal para este tipo de transporte.
A história é cruel e tem memória, mas muita gente já esqueceu e os jovens nunca presenciaram que em 1960 as ferrovias brasileiras de longa e média distância transportaram 100 milhões de passageiros. Quanto abandono e quanta política errada para chegarmos aos dias de hoje, depois de 60 anos, com o dobro da população e verificando que todos os ônibus intermunicipais e interestaduais transportam 133 milhões de passageiros. A Alemanha, país um pouco maior que o Estado de São Paulo, tem 36 mil Km de ferrovias, enquanto o Brasil todo tem 26 mil Km, sendo mais de 95% deste total dedicado a transporte de carga.
Analisando a matriz de transportes de carga no Brasil, verificamos que 59% pertencem ao rodoviário e apenas 24% ao ferroviário, enquanto que nos Estados Unidos 32% são do rodoviário e 43% ferroviário, quadro idêntico ao Canadá, com 43% rodoviário e 46% ferroviário. Existe um desequilíbrio em nossa matriz e ainda não aprendemos a lição de que o setores ferroviário e rodoviário são complementares, pois existem cargas e distâncias adequadas para cada modal. Não tem sentido carretas saírem do Centro Oeste do Brasil para trazer grãos e outros produtos para os portos do Sul. Faltam linhas e terminais para integrar o transporte ferroviário com rodoviário.
Talvez o Brasil consiga ganhar a copa de 2014 no campo onde não faltam talentos para este feito, porém nas ruas, estradas e aeroportos, iremos perder uma grande oportunidade de mostrar um Brasil moderno para o mundo que indique ser um porto seguro para grandes investimentos. Seremos uma vitrine, e se não agirmos rápido iremos perder a copa da nossa infraestrutura e não chegaremos nem na medalha de bronze em competência no ano de 2016.
Por Domingos José Minicucci – Diretor do Comitê Ferroviário do Congresso SAE BRASIL 2011
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Escrito Por : Leandro Callegari Coelho Leandro é Ph.D. em Administração, com foco em Gestão de operações e Logística pela HEC Montréal, Canadá. Conheça mais no menu Sobre (acima).
em : domingo, 13 jan, 2013
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