Assuntos referentes a Ciência da Administração e a Área especializada de Administração de Materiais e Logística, fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa e mesmo de um país
8 de nov. de 2011
Ferrovia MRS 14 - MRS 2008, uma viagem de sonho e realidade.WMV
UMA VERDADEIRA AULA DE LOGÍSTICA FERROVIÁRIA.
Vasp Boeing 737-200 PP-SMA Tributo ao 1o 737 Brasileiro
"Dada a velocidade dos acontecimentos e o ambiente por demais turbulento, as organizações se defrontam com enormes problemas se o declínio não for inevitável. Na sua essência, isto significa que os sistemas organizacionais devem se renovar contiuamente, a fim de que elas sobrevivam nesta sociedade."( Warren Bennis)
A VASP como a VARIG, por razões diversas, não conseguiram implementar um programa de Desenvolvimento Organizaconal-D.O., visando inovar e revitalizar seus sistemas organizacionais, para fazerem frente a enorme turbulência das três últimas décadas do Século XX, e enfrentarem a contingência deste Século, onde o ambiente está em acelerada mudança, fazendo com que as empresas, continuamente, se adaptem às mudanças.
O mesmo sentimento que os ex-funcionários da VASP e VARIG sentiram e ainda sentem, é o mesmo que acontece em mim., com a extinção da RFFSA. Para aqueles que se locupletaram dessas empresas em benefícios próprios, minha repulsa e indignação; e, que a justiça divina dê a recompensa devida a esses malditos dirigentes que malversaram o patrimônio dessas empresas, e que direta ou indiretamente, contribuiram para a destruição da VASP/VARIG/RFFSA, como também, da TRANSBRASIL.
2 de nov. de 2011
Historia da Logistica video edição e narração Eduardo Santos
É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA NOS CURSOS DE ADMINISTRAÇÃO, REAVALIAR A CARGA HORÁRIA DE DISCIPLINAS QUE TRATAM DE ASSUNTOS REFERENTES A ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS , PATRIMÔNIO E LOGÍSTiCA( EXISTEM VÁRIAS NOMENCLATURAS DE DISCIPLINAS QUE ABORDAM O MESMO ASSUNTO).
31 de out. de 2011
Logística e Globalização - Modais de transportes
ESTA POSTAGEM TEM A FINALIDADE DE INTERNALIZAR NO ALUNO E ESTUDIOSO DA LOGÍSTICA - OS CINCO MODAIS EXISTENTES - NUMA SIMPLES ABORGADEM REALIZADA POR ALUNOS DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO.
LOGÍSTICA DUTOVIÁRIA
Brasil atinge 22 mil km de malha dutoviária e passa para 16º no ranking mundial
País alcança a marca após recente inauguração do Gasoduto Rio de Janeiro-Belo Horizonte, o Gasbel II. A União Européia, com extensão territorial menor que a do Brasil, opera com 778 mil quilômetros a mais
19/7/2010
17h16
Redação
Entre em contato O Brasil atingiu 22 mil quilômetros de malha dutoviária em operação após recente inauguração do Gasoduto Rio de Janeiro-Belo Horizonte, o Gasbel II. Este número faz do País o 16º no ranking mundial, o que ainda é pouco se for levada em consideração a produção massiva nos setores do petróleo e da mineração, principais demandadores deste tipo de transporte. A União Européia, com extensão territorial menor que a do Brasil, opera com 800 mil quilômetros de dutos existentes.
Os investimentos na última década foram especialmente para a malha dos gasodutos que, atualmente, somam dez mil quilômetros de extensão. Tal expansão foi impulsionada pelo Plangás (Plano de Antecipação da Produção de Gás), com o objetivo de proporcionar a utilização de recursos provenientes de novas descobertas e do gás associado na Bacia de Campos (RJ), anteriormente queimado nas plataformas. Apesar das iniciativas, a malha atual continua apresentando gargalos logísticos na distribuição de gás no sul do Brasil, gerando instabilidade para a indústria dutoviária.
Devido ao baixo custo operacional e por permitir que grandes quantidades de produtos líquidos sejam transportadas de maneira segura e limpa, entidades dos setores logístico e industrial encaram o método alternativo de transporte como um nicho amplamente benéfico. “Por isso, é grande a expectativa de que o Plano de Negócios 2010/2014 da Petrobras reative os investimentos no setor”, comenta o diretor de Petróleo e Gás da Abemi (Associação Brasileira de Engenharia Industrial), Guilherme Pires de Melo. “O plano prevê a aplicação de recursos da ordem de US$ 5,3 bilhões, encerrando o ciclo de investimentos na ampliação da malha de transporte de gás natural”, explica.
Alcoodutos
Até o momento, existem três projetos de implementação de sistemas de alcoodutos: o da PMCC (Projetos de Transporte de Álcool), que vai de Uberaba (MG) a Paulínia (SP); o CentroSul, que ligará o Mato Grosso ao litoral paulista; e o da Uniduto, de Serrana (SP) a uma monoboia que será instalada no Guarujá (SP). Além de discussões visando à otimização dos respectivos traçados, encontra-se em andamento a conclusão dos estudos para o licenciamento ambiental – que recentemente foi outorgado ao projeto do PMCC.
“Se para o segmento de dutos esses projetos representam oportunidades de negócios, para o Brasil a formação de infraestrutura de escoamento do etanol produzido aqui para os mercados consumidores é fundamental”, diz Melo. “Limpo e renovável, o combustível é transportado em caminhões queimando diesel, que trafegam na congestionada e deteriorada rede viária brasileira. Essa situação, no mínimo contraditória, necessita de correções, principalmente em um país com planos de liderar o mercado mundial de biocombustíveis”, finaliza o diretor.
Por: Victor José – Redação Portal Transporta Brasil.
Os investimentos na última década foram especialmente para a malha dos gasodutos que, atualmente, somam dez mil quilômetros de extensão. Tal expansão foi impulsionada pelo Plangás (Plano de Antecipação da Produção de Gás), com o objetivo de proporcionar a utilização de recursos provenientes de novas descobertas e do gás associado na Bacia de Campos (RJ), anteriormente queimado nas plataformas. Apesar das iniciativas, a malha atual continua apresentando gargalos logísticos na distribuição de gás no sul do Brasil, gerando instabilidade para a indústria dutoviária.
Devido ao baixo custo operacional e por permitir que grandes quantidades de produtos líquidos sejam transportadas de maneira segura e limpa, entidades dos setores logístico e industrial encaram o método alternativo de transporte como um nicho amplamente benéfico. “Por isso, é grande a expectativa de que o Plano de Negócios 2010/2014 da Petrobras reative os investimentos no setor”, comenta o diretor de Petróleo e Gás da Abemi (Associação Brasileira de Engenharia Industrial), Guilherme Pires de Melo. “O plano prevê a aplicação de recursos da ordem de US$ 5,3 bilhões, encerrando o ciclo de investimentos na ampliação da malha de transporte de gás natural”, explica.
Alcoodutos
Até o momento, existem três projetos de implementação de sistemas de alcoodutos: o da PMCC (Projetos de Transporte de Álcool), que vai de Uberaba (MG) a Paulínia (SP); o CentroSul, que ligará o Mato Grosso ao litoral paulista; e o da Uniduto, de Serrana (SP) a uma monoboia que será instalada no Guarujá (SP). Além de discussões visando à otimização dos respectivos traçados, encontra-se em andamento a conclusão dos estudos para o licenciamento ambiental – que recentemente foi outorgado ao projeto do PMCC.
“Se para o segmento de dutos esses projetos representam oportunidades de negócios, para o Brasil a formação de infraestrutura de escoamento do etanol produzido aqui para os mercados consumidores é fundamental”, diz Melo. “Limpo e renovável, o combustível é transportado em caminhões queimando diesel, que trafegam na congestionada e deteriorada rede viária brasileira. Essa situação, no mínimo contraditória, necessita de correções, principalmente em um país com planos de liderar o mercado mundial de biocombustíveis”, finaliza o diretor.
Por: Victor José – Redação Portal Transporta Brasil.
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