Assuntos referentes a Ciência da Administração e a Área especializada de Administração de Materiais e Logística, fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa e mesmo de um país
28 de out. de 2011
Porto de Santos
LOGÍSTICA, SIGNIFICA MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS E PESSOAS. ENTÃO, QUANDO REALIZAMOS QUALQUER MOVIMENTAÇÃO DE CARGAS OU DE PESSOAS DE UM LUGAR PARA OUTRO, ESTAMOS FAZENDO LOGÍSTICA..
27 de out. de 2011
26 de out. de 2011
25 de out. de 2011
Mais que uma Homenagem um Documento Histórico
Aos meus alunos, ex-alunos,colegas professores e amigos: o bom profissional é aquele que desempenha suas atividades com técnica e amor pelo que faz, extrapolando, muitas vezes, problemas de salário.A dedicação é um dos indicadores do caráter e da personalidade do profissional. Peter Drucker dizia: "nós nascemos.vivemos e morremos em organizações."
Transbrasil e os seus Funcionários
UM DAS PREMISSAS DE BENNIS: " A ORGANIZAÇÃO SOMOS TODOS NÓS; NÓS SOMOS A ORGANIZAÇÃO."
Um pouco da VARIG e VASP em 1998
Um vídeo como este, deve deixar sensiblizados todos os funcionários que trabalharam nessas empresas. As organizações que tiveram atuações importantes para a sociedade, deixam saudade e um vázio indescrítivel para todos os ex-funcionários. Este sentimento é real, pois aconteceu comigo, quando a RFFSA-Rede Ferroviária Federal S/A. deixou de existir como empresa ferroviária. A mesma lacuna deixada pelas empresas aéreas no coração dos aeroviários foi a mesma no dos ferroviários.
A tecnologia dos computadores, a internet, a globalização da economia e a competição predatória, vem transformando o comportamento dos profissionais da atualidade, tornado-os insensíveis. Convém salientar que, o maior tempo de nossas vidas passamos nas organizações e como tal, devemos exercer nossas atividades com amor e dedicação, pois, " a organização somos todos nós; nós somos a organização." Bennis.
Constantino de Oliveira Júnior - Presidente da Gol Linhas Aéreas
Entrevista com Constantino de Oliveira Júnior
Constantino de Oliveira Júnior, à época com 31 anos de idade, tornou-se um dos mais jovens CEOs brasileiros, ao assumir, em agosto de 2000, a presidência da Gol Linhas Aéreas, fundada por seu pai, o empresário mineiro Constantino de Oliveira, mais conhecido como Nenê Constantino. Amante do automobilismo, Constantino Júnior pisou pesado no acelerador: desde então, a Gol, que em 2007 arrematou a Varig, não parou de crescer, ocupando hoje a vice-liderança do mercado nacional de aviação, nas pegadas da TAM.
Em entrevista a Letícia Bragaglia, da coluna “Ser empresário”, do site Economia & Negócios do Portal do Estadão, o presidente da Gol falou sobre a criação de um portal de viagem, o custo das passagens no Brasil e sobre a disputa com a TAM pela liderança do mercado brasileiro. “Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado”, diz Constantino Júnior. “Participação pode ser ouro de tolo.” Abaixo, trechos da entrevista, que será exibida na íntegra no Portal a partir desta quarta feira.
Quando a Azul entrou no mercado brasileiro, em dezembro de 2008, o sr. disse que a concorrência o motiva. De que forma?
A competição sempre é saudável. Nós temos de correr atrás de aprimoramento. Acordar cedo. Trabalhar um pouco mais. E fazer acontecer aquilo que a gente espera. A concorrência, de certa forma, nos tira da zona de conforto, pois nos obriga a fazer isso.
O sr. quer superar a TAM?
Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado. Em determinados momentos, a participação pode ser ouro de tolo. Vemos muitas empresas comprando participação de mercado sem uma visão de como reverter essa situação num futuro próximo. A Gol nasceu com um propósito muito claro, de popularizar o transporte aéreo, com baixo custo, e fizemos isso desde o primeiro ano, em 2000. Se você observar, os preços das passagens aéreas estão em queda ao longo do tempo e cada vez mais pessoas estão viajando. Em 2009, cerca de 10% de nossos passageiros estavam pegando avião pela primeira vez. Não temos o objetivo de ser líderes. Queremos ser a empresa preferida de quem viaja a negócios, a lazer ou vai visitar a família, sem comprometer os pilares que sustentaram nosso crescimento até hoje.
Mas a passagem aérea no Brasil ainda é muito cara.
Não acredito que os preços das tarifas aéreas sejam caras no Brasil. A política da Gol é oferecer passagens competitivas em relação às tarifas de ônibus para todos os destinos em que opera. As exceções são a antecedência de compra e o tempo mínimo de permanência, que servem para segmentar os clientes.
Quais são os planos da Gol para 2010?
Temos vários planos e todos eles passam por ganhos de produtividade ou de redução de custo, gerando conveniência. Portanto, vamos focar em iniciativas como a venda a bordo. Atualmente, vendemos uma alimentação um pouco mais robusta, como bebidas, iogurtes e chocolates, em cerca de 50 voos, e queremos estender isso para um total de 500, dos 900 voos que realizamos diariamente. Essa é uma opção para o cliente. Para a Gol representa redução de custo em relação ao serviço tradicional e oferece a possibilidade de obter receitas adicionais. Além disso, vamos transformar nosso site de passagens aéreas num portal de viagens, ainda no primeiro semestre. Será um portal de viagem no qual o cliente poderá fazer a compra de seu bilhete aéreo e de atividades relacionadas ao destino, como aluguel de carro, ingressos para eventos culturais e hospedagem em hotéis, pagando apenas uma fatura. Também queremos estimular o check-in pelo celular, para que o cliente possa ir direto para o portão de embarque, sem precisar passar pelos guichês, o que ainda diminui os nossos custos.
Como o sr. vê a temperatura econômica, especialmente com os recentes desdobramentos da crise na Europa?
Após ter explodido a crise na Grécia, Espanha e Portugal, a gente vê que vivemos numa Ilha de Fantasia, no bom sentido. O Brasil ainda se destaca com outro ambiente de negócios e situação econômica diferente. Acho que o mercado externo anda muito focado na crise. Todo mundo está com expectativas negativas, enquanto, no Brasil, há alguns setores, como a aviação civil, por exemplo, em que as perspectivas são muito boas.
O sr. teme o rumo das eleições neste ano?
Naturalmente existe um temor, mas a linha de condução das políticas monetária e fiscal não deve variar muito. Pode mudar o estilo, o jeito de fazer, mas não as linhas que definem a política econômica do País.
Fonte: Estadão
Em entrevista a Letícia Bragaglia, da coluna “Ser empresário”, do site Economia & Negócios do Portal do Estadão, o presidente da Gol falou sobre a criação de um portal de viagem, o custo das passagens no Brasil e sobre a disputa com a TAM pela liderança do mercado brasileiro. “Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado”, diz Constantino Júnior. “Participação pode ser ouro de tolo.” Abaixo, trechos da entrevista, que será exibida na íntegra no Portal a partir desta quarta feira.
Quando a Azul entrou no mercado brasileiro, em dezembro de 2008, o sr. disse que a concorrência o motiva. De que forma?
A competição sempre é saudável. Nós temos de correr atrás de aprimoramento. Acordar cedo. Trabalhar um pouco mais. E fazer acontecer aquilo que a gente espera. A concorrência, de certa forma, nos tira da zona de conforto, pois nos obriga a fazer isso.
O sr. quer superar a TAM?
Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado. Em determinados momentos, a participação pode ser ouro de tolo. Vemos muitas empresas comprando participação de mercado sem uma visão de como reverter essa situação num futuro próximo. A Gol nasceu com um propósito muito claro, de popularizar o transporte aéreo, com baixo custo, e fizemos isso desde o primeiro ano, em 2000. Se você observar, os preços das passagens aéreas estão em queda ao longo do tempo e cada vez mais pessoas estão viajando. Em 2009, cerca de 10% de nossos passageiros estavam pegando avião pela primeira vez. Não temos o objetivo de ser líderes. Queremos ser a empresa preferida de quem viaja a negócios, a lazer ou vai visitar a família, sem comprometer os pilares que sustentaram nosso crescimento até hoje.
Mas a passagem aérea no Brasil ainda é muito cara.
Não acredito que os preços das tarifas aéreas sejam caras no Brasil. A política da Gol é oferecer passagens competitivas em relação às tarifas de ônibus para todos os destinos em que opera. As exceções são a antecedência de compra e o tempo mínimo de permanência, que servem para segmentar os clientes.
Quais são os planos da Gol para 2010?
Temos vários planos e todos eles passam por ganhos de produtividade ou de redução de custo, gerando conveniência. Portanto, vamos focar em iniciativas como a venda a bordo. Atualmente, vendemos uma alimentação um pouco mais robusta, como bebidas, iogurtes e chocolates, em cerca de 50 voos, e queremos estender isso para um total de 500, dos 900 voos que realizamos diariamente. Essa é uma opção para o cliente. Para a Gol representa redução de custo em relação ao serviço tradicional e oferece a possibilidade de obter receitas adicionais. Além disso, vamos transformar nosso site de passagens aéreas num portal de viagens, ainda no primeiro semestre. Será um portal de viagem no qual o cliente poderá fazer a compra de seu bilhete aéreo e de atividades relacionadas ao destino, como aluguel de carro, ingressos para eventos culturais e hospedagem em hotéis, pagando apenas uma fatura. Também queremos estimular o check-in pelo celular, para que o cliente possa ir direto para o portão de embarque, sem precisar passar pelos guichês, o que ainda diminui os nossos custos.
Como o sr. vê a temperatura econômica, especialmente com os recentes desdobramentos da crise na Europa?
Após ter explodido a crise na Grécia, Espanha e Portugal, a gente vê que vivemos numa Ilha de Fantasia, no bom sentido. O Brasil ainda se destaca com outro ambiente de negócios e situação econômica diferente. Acho que o mercado externo anda muito focado na crise. Todo mundo está com expectativas negativas, enquanto, no Brasil, há alguns setores, como a aviação civil, por exemplo, em que as perspectivas são muito boas.
O sr. teme o rumo das eleições neste ano?
Naturalmente existe um temor, mas a linha de condução das políticas monetária e fiscal não deve variar muito. Pode mudar o estilo, o jeito de fazer, mas não as linhas que definem a política econômica do País.
Fonte: Estadão
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