Assuntos referentes a Ciência da Administração e a Área especializada de Administração de Materiais e Logística, fundamentais para o desenvolvimento de uma empresa e mesmo de um país
26 de out. de 2011
25 de out. de 2011
Mais que uma Homenagem um Documento Histórico
Aos meus alunos, ex-alunos,colegas professores e amigos: o bom profissional é aquele que desempenha suas atividades com técnica e amor pelo que faz, extrapolando, muitas vezes, problemas de salário.A dedicação é um dos indicadores do caráter e da personalidade do profissional. Peter Drucker dizia: "nós nascemos.vivemos e morremos em organizações."
Transbrasil e os seus Funcionários
UM DAS PREMISSAS DE BENNIS: " A ORGANIZAÇÃO SOMOS TODOS NÓS; NÓS SOMOS A ORGANIZAÇÃO."
Um pouco da VARIG e VASP em 1998
Um vídeo como este, deve deixar sensiblizados todos os funcionários que trabalharam nessas empresas. As organizações que tiveram atuações importantes para a sociedade, deixam saudade e um vázio indescrítivel para todos os ex-funcionários. Este sentimento é real, pois aconteceu comigo, quando a RFFSA-Rede Ferroviária Federal S/A. deixou de existir como empresa ferroviária. A mesma lacuna deixada pelas empresas aéreas no coração dos aeroviários foi a mesma no dos ferroviários.
A tecnologia dos computadores, a internet, a globalização da economia e a competição predatória, vem transformando o comportamento dos profissionais da atualidade, tornado-os insensíveis. Convém salientar que, o maior tempo de nossas vidas passamos nas organizações e como tal, devemos exercer nossas atividades com amor e dedicação, pois, " a organização somos todos nós; nós somos a organização." Bennis.
Constantino de Oliveira Júnior - Presidente da Gol Linhas Aéreas
Entrevista com Constantino de Oliveira Júnior
Constantino de Oliveira Júnior, à época com 31 anos de idade, tornou-se um dos mais jovens CEOs brasileiros, ao assumir, em agosto de 2000, a presidência da Gol Linhas Aéreas, fundada por seu pai, o empresário mineiro Constantino de Oliveira, mais conhecido como Nenê Constantino. Amante do automobilismo, Constantino Júnior pisou pesado no acelerador: desde então, a Gol, que em 2007 arrematou a Varig, não parou de crescer, ocupando hoje a vice-liderança do mercado nacional de aviação, nas pegadas da TAM.
Em entrevista a Letícia Bragaglia, da coluna “Ser empresário”, do site Economia & Negócios do Portal do Estadão, o presidente da Gol falou sobre a criação de um portal de viagem, o custo das passagens no Brasil e sobre a disputa com a TAM pela liderança do mercado brasileiro. “Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado”, diz Constantino Júnior. “Participação pode ser ouro de tolo.” Abaixo, trechos da entrevista, que será exibida na íntegra no Portal a partir desta quarta feira.
Quando a Azul entrou no mercado brasileiro, em dezembro de 2008, o sr. disse que a concorrência o motiva. De que forma?
A competição sempre é saudável. Nós temos de correr atrás de aprimoramento. Acordar cedo. Trabalhar um pouco mais. E fazer acontecer aquilo que a gente espera. A concorrência, de certa forma, nos tira da zona de conforto, pois nos obriga a fazer isso.
O sr. quer superar a TAM?
Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado. Em determinados momentos, a participação pode ser ouro de tolo. Vemos muitas empresas comprando participação de mercado sem uma visão de como reverter essa situação num futuro próximo. A Gol nasceu com um propósito muito claro, de popularizar o transporte aéreo, com baixo custo, e fizemos isso desde o primeiro ano, em 2000. Se você observar, os preços das passagens aéreas estão em queda ao longo do tempo e cada vez mais pessoas estão viajando. Em 2009, cerca de 10% de nossos passageiros estavam pegando avião pela primeira vez. Não temos o objetivo de ser líderes. Queremos ser a empresa preferida de quem viaja a negócios, a lazer ou vai visitar a família, sem comprometer os pilares que sustentaram nosso crescimento até hoje.
Mas a passagem aérea no Brasil ainda é muito cara.
Não acredito que os preços das tarifas aéreas sejam caras no Brasil. A política da Gol é oferecer passagens competitivas em relação às tarifas de ônibus para todos os destinos em que opera. As exceções são a antecedência de compra e o tempo mínimo de permanência, que servem para segmentar os clientes.
Quais são os planos da Gol para 2010?
Temos vários planos e todos eles passam por ganhos de produtividade ou de redução de custo, gerando conveniência. Portanto, vamos focar em iniciativas como a venda a bordo. Atualmente, vendemos uma alimentação um pouco mais robusta, como bebidas, iogurtes e chocolates, em cerca de 50 voos, e queremos estender isso para um total de 500, dos 900 voos que realizamos diariamente. Essa é uma opção para o cliente. Para a Gol representa redução de custo em relação ao serviço tradicional e oferece a possibilidade de obter receitas adicionais. Além disso, vamos transformar nosso site de passagens aéreas num portal de viagens, ainda no primeiro semestre. Será um portal de viagem no qual o cliente poderá fazer a compra de seu bilhete aéreo e de atividades relacionadas ao destino, como aluguel de carro, ingressos para eventos culturais e hospedagem em hotéis, pagando apenas uma fatura. Também queremos estimular o check-in pelo celular, para que o cliente possa ir direto para o portão de embarque, sem precisar passar pelos guichês, o que ainda diminui os nossos custos.
Como o sr. vê a temperatura econômica, especialmente com os recentes desdobramentos da crise na Europa?
Após ter explodido a crise na Grécia, Espanha e Portugal, a gente vê que vivemos numa Ilha de Fantasia, no bom sentido. O Brasil ainda se destaca com outro ambiente de negócios e situação econômica diferente. Acho que o mercado externo anda muito focado na crise. Todo mundo está com expectativas negativas, enquanto, no Brasil, há alguns setores, como a aviação civil, por exemplo, em que as perspectivas são muito boas.
O sr. teme o rumo das eleições neste ano?
Naturalmente existe um temor, mas a linha de condução das políticas monetária e fiscal não deve variar muito. Pode mudar o estilo, o jeito de fazer, mas não as linhas que definem a política econômica do País.
Fonte: Estadão
Em entrevista a Letícia Bragaglia, da coluna “Ser empresário”, do site Economia & Negócios do Portal do Estadão, o presidente da Gol falou sobre a criação de um portal de viagem, o custo das passagens no Brasil e sobre a disputa com a TAM pela liderança do mercado brasileiro. “Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado”, diz Constantino Júnior. “Participação pode ser ouro de tolo.” Abaixo, trechos da entrevista, que será exibida na íntegra no Portal a partir desta quarta feira.
Quando a Azul entrou no mercado brasileiro, em dezembro de 2008, o sr. disse que a concorrência o motiva. De que forma?
A competição sempre é saudável. Nós temos de correr atrás de aprimoramento. Acordar cedo. Trabalhar um pouco mais. E fazer acontecer aquilo que a gente espera. A concorrência, de certa forma, nos tira da zona de conforto, pois nos obriga a fazer isso.
O sr. quer superar a TAM?
Não temos como objetivo o crescimento de nossa participação de mercado. Em determinados momentos, a participação pode ser ouro de tolo. Vemos muitas empresas comprando participação de mercado sem uma visão de como reverter essa situação num futuro próximo. A Gol nasceu com um propósito muito claro, de popularizar o transporte aéreo, com baixo custo, e fizemos isso desde o primeiro ano, em 2000. Se você observar, os preços das passagens aéreas estão em queda ao longo do tempo e cada vez mais pessoas estão viajando. Em 2009, cerca de 10% de nossos passageiros estavam pegando avião pela primeira vez. Não temos o objetivo de ser líderes. Queremos ser a empresa preferida de quem viaja a negócios, a lazer ou vai visitar a família, sem comprometer os pilares que sustentaram nosso crescimento até hoje.
Mas a passagem aérea no Brasil ainda é muito cara.
Não acredito que os preços das tarifas aéreas sejam caras no Brasil. A política da Gol é oferecer passagens competitivas em relação às tarifas de ônibus para todos os destinos em que opera. As exceções são a antecedência de compra e o tempo mínimo de permanência, que servem para segmentar os clientes.
Quais são os planos da Gol para 2010?
Temos vários planos e todos eles passam por ganhos de produtividade ou de redução de custo, gerando conveniência. Portanto, vamos focar em iniciativas como a venda a bordo. Atualmente, vendemos uma alimentação um pouco mais robusta, como bebidas, iogurtes e chocolates, em cerca de 50 voos, e queremos estender isso para um total de 500, dos 900 voos que realizamos diariamente. Essa é uma opção para o cliente. Para a Gol representa redução de custo em relação ao serviço tradicional e oferece a possibilidade de obter receitas adicionais. Além disso, vamos transformar nosso site de passagens aéreas num portal de viagens, ainda no primeiro semestre. Será um portal de viagem no qual o cliente poderá fazer a compra de seu bilhete aéreo e de atividades relacionadas ao destino, como aluguel de carro, ingressos para eventos culturais e hospedagem em hotéis, pagando apenas uma fatura. Também queremos estimular o check-in pelo celular, para que o cliente possa ir direto para o portão de embarque, sem precisar passar pelos guichês, o que ainda diminui os nossos custos.
Como o sr. vê a temperatura econômica, especialmente com os recentes desdobramentos da crise na Europa?
Após ter explodido a crise na Grécia, Espanha e Portugal, a gente vê que vivemos numa Ilha de Fantasia, no bom sentido. O Brasil ainda se destaca com outro ambiente de negócios e situação econômica diferente. Acho que o mercado externo anda muito focado na crise. Todo mundo está com expectativas negativas, enquanto, no Brasil, há alguns setores, como a aviação civil, por exemplo, em que as perspectivas são muito boas.
O sr. teme o rumo das eleições neste ano?
Naturalmente existe um temor, mas a linha de condução das políticas monetária e fiscal não deve variar muito. Pode mudar o estilo, o jeito de fazer, mas não as linhas que definem a política econômica do País.
Fonte: Estadão
24 de out. de 2011
COMPRA: Uma função básica da Administração de Materiais e Logística - o caso do lixo hospitalar
A Função compra.
Qualquer atividade empresarial requer materiais e suprimentos para que possa funcionar satisfatoriamente. Obviamente, o gráu de importância da função compra varia de uma companhia para outra, de conformidade com o seu tamanho e ramo de atividades.
Na visão industrial, para que se obtenha lucros compensadores, as aquisições dos materiais devem ser ao mais baixo custo, desde que não afetem a qualidade e as exigências dos setores de produção e dos consumidores. Os custos de aquisição e manutenção de estoques, devem ser mantidos num nível o mais econômico possível.
As compras podem variar amplamente de acôrdo com o tipo de negócio e a qualidade dos materiais utilizados.
Independentemente do tamanho da empresa, alguns princípios fundamentais devem ser considerados:
1. autoridade para comprar;
2. registro de compra;
3. registro de preços;
4. registro de fornecedores.
Podemos ainda, mencionar outras atividades complementares no processo de compras, tais como:
a) pesquisa;
b) estudo dos materiais( especificações);
c) análise de preços;
d) investigação das fontes de suprimento;
e) vistoria dos fornecedores
Portanto, o comprador deverá ter responsabilidade de seus atos, acompanhada da indispensável autoridade, condições imprescindíveis para a função. Assim, o comprador sem autoridade jamais poderá levar a bom termo qualquer negociação de compra.
Em resumo: Qualquer empresa, pequena, média ou grande, deverá ter um bom cadastro de fornecedores, com devidas anotações de suas razoões sociais, seus clientes e demais informações sobre suas atividades e tipos de materiais que vendem; além das atividades acima descritas.
O caso da compra de lixo hospitalar
Inicialmente, deve-se considerar que essa aquisição é de caráter internacional, se tratando, portanto, de uma compra por importação. Assim, o processo de compra obedece aos critérios e procedimentos emanados por órgãos governamentais.Deve-se, também, identificar os tipos de cláusulas comerciais aplicadas nesse processo de compra por importação de lixo ou material hospitalar.
É importante para a apuraçáo e identificação dos responsáveis, o tipo de negociação realizada pela(s) empresa(s) pernambucana(s); o contrato de negociação, os fornecedores contratados e as cláusulas comerciais aplicadas. Tudo isso deve estar registrado nas empresas importadoras e nos órgaão governamentais que autorizaram esse tipo de compra.Também examinar os conhecimentos de embarque e identificar os navios que transportaram os contêineres.
Apesar de uma abordagem sintética da função compra e de uma apreciação superficial do processo dessa aquisição, está claro para qualquer técnico dessa área, que existiu muita negligência. irresponsabilidade e, talvés, dolo, de todos aqueles que direta ou indiretamente participaram e participam desse processo.
Infelizmente, os nossos políticos e governantes se preocupam com suas imagens perante a opinião pública, e não tomam decisões administrativas para o esclarecimento objetivo e a identificação dos responsáveis por essa importação, inclusive por órgãos do governo estadual e federal; ao contário, fizeram miceenscènes vestindo camisas em defesa antecipada das empresas que utilizaram material suspeito de contaminação hospitalar.
Concluindo: Espero que esses pseudos administradores públicos, reflitam e melhorem a qualidade de suas ações administrativas, deixando a politicagem um pouco à margem de suas decisões.
Qualquer atividade empresarial requer materiais e suprimentos para que possa funcionar satisfatoriamente. Obviamente, o gráu de importância da função compra varia de uma companhia para outra, de conformidade com o seu tamanho e ramo de atividades.
Na visão industrial, para que se obtenha lucros compensadores, as aquisições dos materiais devem ser ao mais baixo custo, desde que não afetem a qualidade e as exigências dos setores de produção e dos consumidores. Os custos de aquisição e manutenção de estoques, devem ser mantidos num nível o mais econômico possível.
As compras podem variar amplamente de acôrdo com o tipo de negócio e a qualidade dos materiais utilizados.
Independentemente do tamanho da empresa, alguns princípios fundamentais devem ser considerados:
1. autoridade para comprar;
2. registro de compra;
3. registro de preços;
4. registro de fornecedores.
Podemos ainda, mencionar outras atividades complementares no processo de compras, tais como:
a) pesquisa;
b) estudo dos materiais( especificações);
c) análise de preços;
d) investigação das fontes de suprimento;
e) vistoria dos fornecedores
Portanto, o comprador deverá ter responsabilidade de seus atos, acompanhada da indispensável autoridade, condições imprescindíveis para a função. Assim, o comprador sem autoridade jamais poderá levar a bom termo qualquer negociação de compra.
Em resumo: Qualquer empresa, pequena, média ou grande, deverá ter um bom cadastro de fornecedores, com devidas anotações de suas razoões sociais, seus clientes e demais informações sobre suas atividades e tipos de materiais que vendem; além das atividades acima descritas.
O caso da compra de lixo hospitalar
Inicialmente, deve-se considerar que essa aquisição é de caráter internacional, se tratando, portanto, de uma compra por importação. Assim, o processo de compra obedece aos critérios e procedimentos emanados por órgãos governamentais.Deve-se, também, identificar os tipos de cláusulas comerciais aplicadas nesse processo de compra por importação de lixo ou material hospitalar.
É importante para a apuraçáo e identificação dos responsáveis, o tipo de negociação realizada pela(s) empresa(s) pernambucana(s); o contrato de negociação, os fornecedores contratados e as cláusulas comerciais aplicadas. Tudo isso deve estar registrado nas empresas importadoras e nos órgaão governamentais que autorizaram esse tipo de compra.Também examinar os conhecimentos de embarque e identificar os navios que transportaram os contêineres.
Apesar de uma abordagem sintética da função compra e de uma apreciação superficial do processo dessa aquisição, está claro para qualquer técnico dessa área, que existiu muita negligência. irresponsabilidade e, talvés, dolo, de todos aqueles que direta ou indiretamente participaram e participam desse processo.
Infelizmente, os nossos políticos e governantes se preocupam com suas imagens perante a opinião pública, e não tomam decisões administrativas para o esclarecimento objetivo e a identificação dos responsáveis por essa importação, inclusive por órgãos do governo estadual e federal; ao contário, fizeram miceenscènes vestindo camisas em defesa antecipada das empresas que utilizaram material suspeito de contaminação hospitalar.
Concluindo: Espero que esses pseudos administradores públicos, reflitam e melhorem a qualidade de suas ações administrativas, deixando a politicagem um pouco à margem de suas decisões.
23 de out. de 2011
Varig Tribute
Este vídeo demonstra a importância de uma empresa/organização para a sociedade onde ela opera.
Os estudiosos em Administração, deverão fazer uma reflexão sobre a importãncia de uma empresa/organização para a vida das pessoas que direta ou indiretamente comvivem com essa empresa, trabalhando ou se beneficiando de alguma forma de seus produtos ou serviços.
Assim, uma sigla/logotipo de uma empresa pode deixar uma marca indelével no espírito do ser humano, e a VARIG foi essa empresa, deixando a sua marca cravada indelevelmente no coração e na mente dos brasileiros e funcionários, como uma empresa que soube dignificar o trabalho aéreoviário, o companheirismo, a amizade e a dedicação dos seus funcionários e colaboradores.
A VARIG representou um marco no transporte de passageiros e carga do país, e ainda mantém uma ténue imagem através da GOLTransportes Aéreos.
Warren G. Bennis, no seu livro: Desenvolvimento Organizacional: natureza,origens e perspectivas, publicado nos Estados Unidos em 1969, diz: "O desenvolvimento organizacional é uma maneira de agir que capacita a administração a passar a dispor de mais conscientização no que se refere à inovação e à revitalização, de modo que respostas novas e mais inovadoras possam ser desenvolvidas pelas organizações que irão se defrontar com a extraordinária turbulência da próxima década".
Sendo assim, todas as empresas sofrem um processo de desgaste e envelhecimnto, necessitando fazer a chamada entropia negativa, desenvolvendo a organização objetivando a inovação e a revitalização.Processo que, infelizmente, não ocorreu com a VARIG e com muitas outras empresas congêneres.
Em resumo: As empresas fazem parte da sociedade onde elas operam e, consequentemente, participam ativamente da vida cotidiana das pessoas, tanto no campo profissional, como no afetivo-sentimental. A VARIG deixou indestrutivamente, uma imagem positiva para as gerações passadas e presentes, e muitas saudades para aqueles que tiveram o privilégio de trabalharem e de utilizarem os seus serviços.
Filme Varig
AS EMRESAS QUE, DURANTE A SUA EXISTÊNCIA OPERACIONAL DESENVOLVERAM UM TRABALHO PROFÍCUO PARA SEUS CLIENTES E EMPREGADOS, DEIXAM UMA IMAGEM INDELÉVEL PARA TODA A SOCIEDADE ONDE ELA ESTAVA INSERIDA - A VARIG É UMA DESSAS EMPRESAS. QUE SAUDADE!
21 de out. de 2011
The Longest Union Pacific Train - 1/10/10
Este vídeo demonstra que os Estados Unidos valorizam suas ferrovias. Observem a conservação da via permanente, bem como a infraestrutura.Observamos ainda, que os vagões plataforma carregam dois conteineres de 40 pés, pesando cada um aproximadamente 30 toneladas; daí concluimos que, as linhas férreas são construidas para suportarem maior peso por eixo. Não é sem razão que os Estados Unidos tem a economia mais desenvolvida do planeta, com uma logística de primeira linha.
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