13 de nov. de 2018

GESTÃO DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS DA UNIÃO

   FINALIDADE: O objetivo da presente abordagem é de contribuir com a futura gestão do Presidente Jair Messias Bolsonaro .
   É notório que existe grande desperdício e falta de controle dos bens móveis e imóveis da União e dos Estados. Portanto, não poderia me furtar de tentar contribuir com uma parcela  mínima de meu conhecimento nas atividades inerentes a, Administração de Material e Patrimônio.
   Sendo assim,  em vista da seriedade e honestidade do ilustre Presidente e sua equipe multiprofissional que está sendo montada,  apresento a seguir uma minuta  de Normas Básicas para Controle dos Bens Patrimoniais, como suporte para um possível Sistema Integrado de Gerência  dos Bens Móveis e Imóveis pertencente ou que vierem a pertencer a União.

 NORMAS BÁSICAS PARA CONTROLE DOS BENS PATRIMONIAIS( ATIVO FIXO )     INCORPORADOS AO ATIVO IMOBILIZADO. 

 Portaria do Ministério...
 REGULA A INCORPORAÇÃO, A BAIXA, A MOVIMENTAÇÃO  E O CONTROLE DOS             BENS  PATRIMONIAIS MÓVEIS E IMÓVEIS DA UNIÃO.
    O Ministro da Administração, no uso de suas atribuições que lhes são conferidas por Lei e,
     considerando ser todo conveniente que se estabeleça um sistema uniforme de normas 
     disciplinadoras  dos procedimentos e rotinas de controle, movimentação, incorporação e
     baixa do bens patrimoniais móveis e imóveis pertencente ou adquiridos pelos Órgãos da
     Administração Federal,
     RESOLVE:

        Art. 1º  Aprovar, adotar e baixar as Normas Básicas anexas , sobre incorporação,     
                      movimentação, baixa e controle de bens patrimoniais móveis e imóveis 
                      adquiridos ou que vierem a ser adquiridos para os órgãos da Administração
                      Federal.
                     

         Art. 2º  A Coordenação do Sistema de Material e Patrimônio, através dos seus órgãos 
                       competentes tomará, a partir da data de publicação da presente Portaria, as 
                       providências necessárias para que as Normas Básicas  de que trata este Ato 
                       possam ser  definitivamente implantadas  e entrar em vigor imediatamente.


          Art. 3º  Revogam-se todos as disposições que, direta ou indiretamente, contrariarem
                       o disposto neste Ato.


           Registre-se, dê-se ciência e cumpra-se.
           Brasília, 02 de janeiro de 2019

             _____________________________
             Dr. fulano de tal....
             Ministro da Administração ou equivalente

1 -OBJETIVOS E NORMAS GERAIS
      
    1.1 - Estabelecer as NORMAS E PROCEDIMENTOS sobre a incorporação, movimentação,
             baixa e controle de Bens Patrimoniais móveis e imóveis, adquiridos ou que vierem a 
             ser adquiridos para uso dos órgãos da Administração Federal.
    1.2 - Todo e qualquer bem incorporado ao ativo imobilizado dos órgãos da Administração 
             Federal, será  de responsabilidade do serviço de Patrimônio dos mesmos.
     1.3 - Qualquer material permanente e equipamento, bem como imóvel, só entrará em uso
              após seu registro e respectivo tombamento.
     1.4 - A responsabilidade pela recepção e conferência de todo o Ativo Fixo, comprado  
              pelos órgãos  Federais. caberá ao Almoxarifado Central dos respectivos -órgãos. 
              Para bens imóveis, ao Órgão Central do Sistema Contábil do Ministério.
      1.5 - Os documentos relativos à aquisição  do Ativo Fixo, serão carimbados e assinados 
               pelo serviço de Patrimônio, atestando o seu ingresso no Ativo Imobilizado        dos
               órgãos.
       1.6 -Os serviços de Patrimônio de todos os órgãos federais estarão sempre em contato
               com a Coordenação do Sistema de Material e Patrimônio do Ministério, 
               no sentido de compatibilizarem as suas NORMAS  com as emanadas por este
               ÓRGÃO CENTRAL do Sistema  de Material e Patrimônio.
       1.7 -A Coordenação do Sistema de Material e Patrimônio, através da sua Divisão de 
               Patrimônio( ou órgão similar), realizará inventários e outras atividades de controle 
               patrimonial, com a participação  dos serviços de patrimônio  os órgãos federais.

2 -DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
           
     2.1-As presentes NORMAS, tem por finalidade estabelecer um Sistema Uniforme em
            todos os Órgãos  do Governo Federal referente aos registros , controle                 e
            contabilizações dos materiais permanentes e equipamentos incorporados ao Ativo
            Imobilizado da União.Aos bens imóveis , caberá ao Órgão Central do Sistema.
      2.2 Definição: Para efeito destas NORMAS,são considerados bens patrimoniais, os
             materiais permanentes e equipamentos incorporados  à Conta do Ativo
             Imobilizado, susceptíveis  de recuperação e/ou depreciação econômica de acordo       
             com a sistemática estabelecida e aprovada pelo Ministério da Administração da  
             União, ÓRGÃO CENTRAL DO SISTEMA DE PATRIMÔNIO.

       2.2.1 -Excluem-se do controle previsto nestas NORMAS,  os Terrenos e Edificações e
                  respectivas benfeitorias, sujeitos a procedimentos e rotinas  próprios               
                  estabelecidos pelo ÓRGÃO CENTRAL DO SISTEMA DE MATERIAL E
                  PATRIMÔNIO,  através de sua Divisão de Patrimônio, órgãos do Ministério
                  da Administração(ou equivalente).

        2.2.2  Os PROCEDIMENTOS previstos nestas NORMAS não se aplicam aos objetos
                  de vidro, louça, porcelana, plástico, objetos de adornos e outros sem expressão
                  expressão econômica tais como: fichários pequenos, grampeadores, furadores, 
                  pequenas ferramentas, bandejas, etc.

       2,2.3-  Os materiais acima descritos ou outros que lhes seja assemelhados, por serem 
                   de duração precária ou difíceis de fixar e determinar, são considerados Bens de                             Consumo e como tais, não devem ser incorporados ao Ativo Imobilizado mas,
                    contabilizados e levados a Conta Despesas. Portanto, para efeitos                                                     destas NORMAS, todo o material quando posto em uso esteja sujeito a                                            danificação imediata, será considerado Bem de Consumo, ressalvados casos de                              conjuntos ou jogos sujeitos a danificação parcial e cuja reconstituição possa ser
                    feita por outro elemento de despesa.
                  

         2.2.4- Para o bom entendimento das NORMAS acima escritas(sub-itens 2.2.1, 2.2.2 e
                    2.2.3)o ÓRGÃO CENTRAL DO SISTEMA considera Material Permanente, todo
                    aquele material com durabilidade superior  a dois anos, cujo valor corresponda
                    a 2% (dois por cento) ou mais do valor de referência do país.

3 -DA INCORPORAÇÃO
    As  NORMAS  referentes a Incorporação,  deverão obedecer às orientações emanadas do            PLANO DE CONTAS DA UNIÃO, bem como. dos formulários envolvidos nas rotinas.

4  DA TRANSFERÊNCIA DOS BENS PATRIMONIAIS
    As NORMAS dependerão das orientações estabelecidas  pela CONTABILIDADE GERAL
    DA UNIÃO. Os procedimentos e rotinas para transferir um bem patrimonial  entre os
     Órgãos da Administração Federal deverão obedecer as mesmas orientações do Órgão
     central do Sistema, bem como, os formulários envolvidos no processo.

5 -   DA BAIXA DOS BENS PATRIMONIAIS
        Idem dos itens 3 e 4 acima.

6-    DO MAPA  RESUMO DOS BENS PATRIMONIAIS
        6.1 - O Ministério da Administração ou Órgão Equivalente, através de sua Coordenação
        do Sistema de Material e Patrimônio, incumbirá cada Órgão da União a preparar 
        anualmente o MAPA RESUMO  DOS BENS PATRIMONIAIS MARCÁVEIS E NÃO
        MARCÁVEIS, conforme modelo  estabelecido pelo Órgão Central do Sistema.
         6.2 -  Esse MAPA RESUMO deverá ser preparado em duas vias brancas ou conforme
         a sistemática utilizado pelo Órgão Central do Sistema na segunda quinzena  do mês de
         dezembro de cada ano, pelos setores de Patrimônio de cada Órgão da União, com a 
         seguinte destinação: 1ª Via- Ministério da Administração-Divisão de Patrimônio:
         2ª Via - Setor de Patrimônio de cada òrgão da União.

7 -      DA CLASSIFICAÇÃO DOS GRUPOS DE ATIVOS FIXO( MATERIAL 
           PERMANENTES E EQUIPAMENTOS)  ESTABELECIDOS PELO MINISTÉRIO 
           DA ADMINISTRAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL.

01/000000 - Aparelhos de Intercomunicação e Foto-cinematográfico.
02/000000 - Armamento e Ferramentas em Geral
03/000000 - Artigos para Acampamentos, Esportes e Divertimentos Infantis.
04/000000 - Equipamentos para Escritórios e Reprografia em Geral. 
05/000000 - Instrumento Musicais, Objetos Históricos e Artísticos, Brasões e Insignias.
06/000000 - Máquinas e Motores em Geral e equipamentos rodoviários,Ferroviários e 
                     Agrícolas.
07/000000 - Material Bibliográfico.
08/000000 - Material Permanente e equipamentos Médico-Hospitalar, Odontológico de
                     Laboratório e de Medição.
09/000000 - Mobiliário em Geral.
10/000000 - Refrigeração e Calefação.
11/000000 - Semoventes.
12/000000 - Utensílios de Copa e Cozinha e de Uso Diverso.
13/000000 - Veículos em Geral.

8 -        DOS BENS PATRIMONIAIS IMÓVEIS

8.1 - Competirá única e exclusivamente ao Ministério da Administração, através do Órgão
         Central do Sistema de Material e Patrimônio, o Registro,Controle e tombamento de
         todo p Bem Imóvel da União.
8.2 - O controle dos Bens Imóveis deverá ser feito baseado em documentação  que
         comprove a sua existência e legalidade, tais como: Plantas, Escrituras, Termos de
         Doação, etc.
         
8.3 -  DA CLASSIFICAÇÃO DOS BENS IMÓVEIS

8.3.1 - Os Bens Imóveis deverão ser classificados da seguinte maneira:
            
                                      Codificação dos Bens Imóveis


                       20 -IMÓVEIS URBANOS
                              20.1/000000 - TERRENOS
                              20.2/000000 - PRÉDIOS
                               20.3/000000 - FAZENDAS

                        30 - IMÓVEIS RURAIS
                                30.1/000000 - TERRENOS
                                30.2/000000 - PRÉDIOS
                                30.3/000000 - FAZENDAS


9 -       Quaisquer modificações, alterações  ou complementações nas presentes NORMAS,
            o Órgão Central do Sistema de Patrimônio comunicará através de PORTARIA
            aos  Órgãos da União componentes do Sistema de Patrimônio.

OBS,: 1-  O presente esbouço visa contribuir de maneira simples, para a Equipe de 
                 Transição do Presidente Jair Messias Bolsonaro, a nossa visão, de como deveria 
                  ser controlado o Patrimônio Estatal, mesmo  sabendo que existem na Equipe
                  de Transição, profissionais de alto gabarito técnico em todas as  Áreas e que
                  o assunto abordado seja considerado supérfluo.

             2 - Endereço para contato:
                          Rua José Bráz Moscow, 38 ´Piedade Jaboatão dos Guararapes
                          CEP.: 54.410-390
                          E-mail: eniogarrett22@gmail.com - Twitter: @eniogarrett
                          Fones: (81) 33616426 - Cel.: (81) 995686422
                          Site do Blog,: http://eniogarrett.blogspot.com
                         

              -    
        



                
                
           

     

         
               
                
                
           
                
       
     
         
          
      
        

27 de fev. de 2018

JAMES LAST - Traumschiff Thema In The Port Of Miami


   Ah! Se as praias de Pina, Boa Viagem, Piedade e Candeias, tivessem o tratamento e a gestão de dirigentes como os de Miami, teríamos retro-áreas idênticas às de Miami. Mas, infelizmente, os nossos dirigentes municipais e estaduais, estão envolvidos com seus interesses particulares  em conluio com as empreiteiras, tornando a nossa vida urbana num verdadeiro inferno. Para comprovar essa minha assertiva, basta observar o que vem ocorrendo na  Via Mangue: em pouco tempo, após sua conclusão, teremos os mesmos problemas da Av. Agamenon Magalhães pois,  já existem construções de "espigões" ao longo de seu percurso.  Na postagem: Recife, uma cidade cruel, ressaltei a falta de um Planejamento Estratégico e o consequente Plano Diretor, para a cidade e demais municípios da Região Metropolitana. Assim, diferentemente do que vemos no presente  vídeo, assistimos Recife e cidades da Região Metropolitana se transformando em verdadeiras "selvas de pedras", com esgotos a céu aberto, com uma qualidade de vida muito aquém das cidades de primeiro mundo, isto é, "cidades de qualidade FIFA".  Este vídeo dá um visão geral da cidade de Miami, demonstrando que a mesma tem um desenvolvimento urbano programado, isto é, depreendemos que a cidade deve ter um excelente e atualizado Plano Diretor e que esse plano deve fazer parte de um Planejamento Estratégico de toda a região. Este é um dos motivos que tornam os Estados Unidos num país de primeiro mundo, e a cidade de Miami, num local de boa qualidade de vida para seus habitantes.

20 de fev. de 2018

No Trilho - Trem Locotrol liderado pela AC44i Fibria partindo do patio d...


Observa-se a falta de segurança nessa passagem de nível, com sinalização luminosa e sem cancela.
Para efeito de comparação, basta o pesquisador deste blog, examinar as passagens de nível do Sistema Ferroviário Norte-Americano.

Trem da ALL com Gôndolas vazias


ESSE VÍDEO DEMOSTRA  A VERDADEIRA DEGRADAÇÃO DO SISTEMA FERROVIÁRIO BRASILEIRO. OBSERVA-SE, CLARAMENTE, A QUALIDADE INFERIOR DA VIA PERMANENTE( a linha férrea ) , COM TAMBÉM,  OS VAGÕES GÔNDOLAS, NUM DESFILE DIGNO DE UM PAÍS DE TERCEIRO MUNDO.
ENQUANTO NÃO SE  DESENVOLVER UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE TRANSPORTE, PRIORIZANDO A FERROVIA - HAJA VISTA A DIMENSÃO TERRITORIAL DO PAÍS - NUNCA TEREMOS UM SISTEMA DE TRANSPORTE INTEGRADO, PARA ALAVANCAR A ECONOMIA BRASILEIRA.

Golden Pass Train Route [Zweisimmen to Montreux] Switzerland

29 de jan. de 2018

Country Train


TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS E PASSAGEIROS DE PAÍSES QUE TÊM UMA LOGÍSTICA  INTEGRADA COM OUTROS MODAIS DE TRANSPORTE.

3 de abr. de 2017

Barcos ao Mar filme completo


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11 de mar. de 2017

USS George H. W. Bush (CVN-77)


    Um dos fatores mais decisivos para o resultado de uma guerra foi, é e será a Logística, Assim, essa ferramenta utilizada pelas grandes empresas mundiais,é de fundamental para o sucesso em qualquer ramo industrial.
     Em uma guerra, a eficiência das áreas de apoio, isto é, da logística, depende o desempenho das frentes de combate. O planejamento logístico permite a perfeita e eficiente administração das remessas de suprimentos, equipamentos e tropas as regiões conflagradas, através dos meios de transporte: rodoviário, ferroviário, aéreo ou marítimo.
     Os porta-aviões se constituem num dos pilares fundamentais para a eficiência e eficácia logística em um campo de batalha pois, coloca equipamentos de última geração ( os aviões ) em apoio sistemático no front.
     Na Guerra do Golfo Pérsico, o general William "Gus" Pagonis chefiou toda a logística das forças armadas norte-americanas. Com a tecnologia do sistema de localização GPS( Global Positioning System ), Pagonis coordenou a movimentação de suprimentos, garantindo que cada soldado estivesse adequadamente alimentado e equipado para os combates no deserto. Além do mais, com esse sistema orientou os lançamentos de mísseis e aviões baseados em terra e nos porta-aviões.
     Em analogia a isso, as grandes empresas trasnportadoras brasileiras utilizam o sistema "GPS" para efetuarem as entregas da indústria e do varejo por todo território nacional.
     Assim. a finalidade do sistema logístico é controlar e compatibilizar os fluxos de entrada e saída nas áreas de distribuição, suprimentos e produção, referentes as informações ou materiais. Com isso, se obtém o máximo de eficiência dos serviços ao menor custo.
     Voltando ao cenário militar, podemos concluir que, os porta-aviões são de fundamental importância para a eficácia e eficiência da logística no campo de batalha, como também na paz para a segurança das fronteiras marítimas de uma nação. Portanto, é compreensível o investimento que os Estados Unidos fazem na sua força naval, haja vista as suas fronteiras marítimas, no Atlântico e no Pacífico, bem como seu status de nação mais desenvolvida do planeta.

18 de fev. de 2017

As oportunidades na logística

logística vem ganhando destaque continuamente no Mercado de Trabalho. Isso se deve à expansão da área dentro das atividades administrativas e operacionais das organizações cujo foco é o bom atendimento a seus clientes, internos e externos, de forma cada vez mais eficiente e com menor custo planejado. Ela cresce não só devido às novas funções, antes de responsabilidade de outras áreas, mas com inovações em seus processos que estão compondo um corpo consistente que, apesar de suas diversas divisões, parece sempre se unir de forma interessante ao início ou ao final de outras atividades logísticas.

A atuação da Logística

A Logística hoje é uma área presente desde o importante apoio aos projetos de marketing e viabilização de novos produtos, seguindo seu fluxo com ênfase na distribuição e na armazenagem, chegando até a satisfação dos clientes e nas respostas ambientais demandadas pelo consumo inteligente. É nesse percurso de ponta a ponta que a área funciona ofertando melhores resultados às organizações através do planejamento estratégico, do controle tático, da execução de suas operações e no reinício de um novo ciclo corrigindo eventuais falhas.

O que está em alta na Logística?

Recentemente, no chamado “olho do furacão” da crise que atravessamos, a Revista Exame publicou um levantamento feito com 11 especialistas de diferentes consultorias de recrutamento sobre as 26 carreiras que têm se mostrado quase à prova de crises e com profissionais disputados no Mercado de Trabalho. Destacamos que 10 delas necessitam de conhecimentos acerca de processos logísticos, pois lidam efetivamente com redução de custos, viabilização de projetos e prospecção de novos negócios. Na Logística, na ordem da pesquisa, destacaram-se mais 6 profissões: em 6º lugar na área de compras e suprimentos, 15º gerente ou diretor de planejamento de operações (e vendas), 16º consultor de exportação, 17º consultor de projetos logísticos, 25º gerente de e-commerce para varejo e, em 26º lugar, gerente de processos operacionais/melhoria contínua.
A Logística oferece várias funções bem distribuídas entre suas diversas atividades. Sua concentração maior está voltada às áreas do transporte e armazenagem e a unificação desses serviços prestados por operadores logísticos cresce a passos rápidos no Brasil.

O que é necessário para atuar na Logística?

Após um curso técnico você já estará apto para várias atividades operacionais ligadas, principalmente, às áreas de transporte e de estoques. As áreas que tratam de uma logística mais voltada ao planejamento estratégico vão precisar de uma formação maior a depender de suas esferas (analista, supervisor, coordenador, gerente, diretor…). Durante muito tempo essas esferas foram alimentadas apenas com o conhecimento prático adquirido, mas os processos logísticos vêm tomando novas formas e os níveis de competitividade nas organizações agora exigem profissionais cada vez mais atualizados e receptivos às novas tecnologias.
O perfil de cada profissional, é claro, soma com sua formação. Os perfis mais valorizados estão voltados para a criatividade e proatividade. O mercado recepciona melhor aqueles profissionais que desenvolvem a liderança, que possuem visões estratégica e global, com um bom conhecimento das atividades de sua área e da empresa em que trabalham, buscando novas ideias que possam melhorar seus processos e reduzir seus custos.

Os destaques para o futuro

A velocidade tecnológica vem trazendo mudanças que são mais perceptíveis na área do transporte de pessoas, pois as questões ligadas à qualidade de vida ganham força na indústria automobilística, por exemplo. Porém, não são só carros e ônibus autônomos que vêm ganhando as manchetes, eles já dividem espaço com trens que levitam sobre trilhos, inclusive um com tecnologia brasileira (na UFRJ), e com os projetos dos que levitarão dentro de dutos a mais de 1.200 km/h.
Aeronaves que viajarão rotineiramente ao espaço e os drones que já transportam cargas, nos dão a dimensão do quanto ainda temos que aprender na Logística e do quanto ela poderá oferecer ao mercado, mesmo que muitas dessas profissões ainda sequer tenham sido criadas. Já pensou nisso?
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3 de jan. de 2017

Ferrovias pra quê?

Ferrovias pra quê?


O Brasil depende muito do transporte rodoviário para movimentar suas cargas: um transporte caro, poluidor e perigoso. Os números são divergentes entre estudiosos, mas muitos apontam para uma dependência na casa dos 70%, enquanto outros defendem que seja em torno de 60%. Vários países se empenham para diminuir, cada vez mais, o percentual de dependência rodoviária em suas matrizes logísticas. Os Estados Unidos e a Austrália, por exemplo, mantêm esse percentual abaixo de 30%, enquanto a China não passa de 10%. Eles entenderam de forma bem simples que custo alto não combina com competitividade.
ferroviasMuitos historiadores explicam que a história do Brasil não contribuiu para o desenvolvimento de uma logística eficiente e bem estruturada, pois as práticas de monocultura não tinham como fomentar regiões maiores ao ponto de impactar sobre todo o país. No entanto, trazendo o Brasil para os dias de hoje, teríamos que pensar em algo bem diferente para que daqui a algum tempo não estejamos lamentando e ouvindo tentativas semelhantes para justificar o porquê de não ter feito. Essa coisa de ferrovias mal planejadas, insuficientes, bitolas diferentes, trilhos ligando nada à coisa nenhuma e de exclusividade para minérios e grãos, tem que ficar no passado! Há tempos deixamos oportunidades para trás para nos agarrar em vícios difíceis de serem abandonados e parece que estamos fazendo tudo novamente deixando um setor inteiro ao deus-dará.
Sofremos com inúmeros conflitos regionais que tinham a luta armada como principal meio para firmar o caminho da sociedade brasileira, fora as que envolveram outros países, os impactos de guerras mundiais e o domínio militar no país. Sabemos muito bem que isso tirou o foco do desenvolvimento porque muitas de nossas revoluções foram contra nós mesmos. Ao final destas, faltava aquela inciativa de união e investir no país para recuperar o tempo perdido.
Na verdade, quando nos referimos à infraestrutura ferroviária, observamos lacunas enormes nos períodos em que se tentava implantar algo mais significativo. Em muitos períodos a falta de sinergia era notória: parecia que cada um queria construir do seu jeito sua própria ferrovia. Era uma malha de retalhos e isso atrasou muito o setor e seus efeitos permanecem como um entrave bastante significativo.
A 5ª edição da pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT), realizada em 2015, mostra que estamos bem distantes de uma mudança necessária em nossa matriz de transportes, embora após 1996, com o início das concessões, o setor ferroviário tenha registrado crescimento de quase 30% do volume de cargas transportadas entre 2006 e 2014. Porém, houve também um aumento das invasões nos perímetros da malha ferroviária que fazem com que a velocidade caia para até 5 km/h em algumas áreas, gerando aumento de custo e ineficiência.
A malha ferroviária brasileira para o transporte de cargas mede 29,7 mil km e possui 279 cruzamentos com rodovias considerados críticos que também diminuem a eficiência através da insegurança. Comparando com os Estados Unidos que possuem extensão territorial semelhante à nossa, são 240 mil km de ferrovias e, para cada mil km2 de extensão territorial, eles têm 32 km de ferrovias, a Índia tem 23 km, a China 20,5 km, a Argentina 13,5 km enquanto o Brasil possui apenas 3,6 km, menos até que o Chile com 9,8 km e México com 7,9 km.
A pesquisa também aponta que seria necessário investir R$ 281 bilhões em 213 obras e construir 72 terminais de cargas para termos um modal que atendesse aos propósitos do país. Contudo, no ritmo atual, seriam necessários 54 anos para realizar esse plano, pois o governo investe em média, apenas R$ 1,4 bilhão por ano perdendo 1/3 do orçamento liberado por falhas no planejamento. A situação só não está pior porque o setor privado, de 2006 até 2014, investiu R$ 33,5 bilhões – quase o triplo do que o setor público investiu.
O extrativismo aumentou nos últimos anos, a agricultura bate recordes de produção, o custo por tonelada transportada em ferrovias é três vezes e meia mais barato do que pelo modal rodoviário e ainda ecoa a pergunta no Brasil: ferrovias pra quê? Talvez seja devido às facilidades que a corrupção encontra na rede rodoviária, não que na ferroviária não exista, mas os canais rodoviários proporcionam uma diversidade de possibilidades: serviços inexistentes ou mal executados, materiais de terceira, pouca durabilidade, uso da máquina pública, desvios de verbas e a magnífica indústria da multa, além da acomodação e aceitação de seus entraves. Se a História explicou os porquês da inconsistência de nossas ferrovias, talvez hoje possamos explicar sua insuficiência olhando para nossas rodovias… De fato, ferrovias pra quê?
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11 de set. de 2016

Barcos ao Mar filme Completo 1956 Jeff Chandler


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