6 de abr. de 2012

A GUERRA ÁRABE ISRAELENSE

1967 – A Guerra dos 6 Dias

1967 – A Guerra dos 6 Dias




Nos primeiros meses de 1967, a tensão entre Israel e os seus vizinhos árabes atingiu mais uma vez uma situação escaldante. Atacado logo no dia da independência em 1948, Israel continuava tecnicamente em guerra com os seus vizinhos árabes.
Em meados de Maio de 1967, uma nova guerra parecia iminente. Em 16 de Maio os egípcios ordenaram às forças de interposição das Nações Unidas que se retirassem do Sinai.
Como o Sinai era de facto território egípcio, não restou nenhuma hipótese senão a retirada. Na sequência da qual, um exército de 80.000 egípcios volta a ocupar o Sinai, deixando novamente Israel directamente em frente aos seus tradicionais inimigos do sul.
Os egípcios contam com mais 60.000 homens de reserva e a norte a Síria tem um exército com 50.000 homens pronto a intervir. No total, 190.000 homens, contra uma força de Israel calculada em 70.000. Se os árabes, agora armados com armas russas, contando com aviões e tanques modernos atacassem, Israel não poderia resistir.
A solução, pareceu ser um ataque preventivo.
Pela manhã de 5 de Junho de 1967 a força aérea de Israel efectua uma operação de surpresa sobre o Egipto.
Utilizando tácticas que passaram por simular voos de rotina, os aviões de Israel inflectiram para sul atacando simultaneamente vários aeroportos egípcios.
Durante o meio da manhã e a tarde, a força aérea de Israel atacou bases aéreas na Síria, na Jordânia e no Iraque.
Ao fim do dia 5, mais de 300 aviões egípcios, entre os quais os mais perigosos MiG-21, estavam reduzidos a cinzas.
Durante o dia 6 de Junho, à medida que os ataques se sucediam, contabilizavam-se também mais de 100 aeronaves destruídas das forças aéreas da Síria da Jordânia e do Iraque.
Israel perdeu nessa operação 19 aviões, tendo destruído mais de 400.
Operações terrestres
Entretanto, Israel tinha começado o seu plano de mobilização geral, pelo que nas primeiras horas do dia 7, Israel já estava em condições de avançar com as suas forças de primeira linha, tendo as linhas secundárias sido ocupadas pelos reservistas. Às 09:00 da manhã do dia 7, Israel tem 235.000 militares em armas e prepara-se para a ofensiva.
Alegria e delírio entre os árabes.
Ironicamente, nas capitais dos países árabes a noticia do conflito é recebida com grande alegria e saudada com grandes manifestações de orgulho árabe. É chegada a hora de acabar com Israel afirmavam as rádios do Cairo, de Amã e de Damasco. Milhares de árabes dirigem-se aos postos de recrutamento, para participar na vitória anunciada, que deverá ocorrer em apenas quatro dias de combates.
Na realidade o desastre completo que se tinha abatido sobre as forças aéreas dos seus países tinha sido ocultado, pelo que ninguém sabia que no conflito que já estava a decorrer, Israel tinha uma total supremacia aérea.
Com a supremacia aérea garantida, Israel passa ao ataque. Ainda em 7 de Junho, com a supremacia aérea garantida, uma força de 30.000 soldados apoiados por 800 tanques franceses ingleses e americanos, ataca o exército egípcio do Sinai, que conta com 80.000 homens e 1000 tanques de fabrico soviético, principalmente T-55.
Na frente central e norte, as coisas eram mais complicadas, porque ali Israel assumiu posições essencialmente defensivas, com tropas constituídas na sua maioria por reservistas. A cidade nova de Jerusalém, fica sob fogo cerrado da artilharia da Jordânia, que fez mais de 500 vítimas em apenas dois dias.
A situação só melhora, quando se chamam tropas e alguns tanques vindos de sul, para avançar contra os jordanos na tarde do dia 7.
Nessa frente sul – no Sinai – contra os egípcios a avançada em 7 de Junho foi um sucesso devido à melhor preparação e a superioridade aérea das forças de Israel. As forças egípcias retiram desordenadamente na direcção do canal do Suez.
No dia seguinte, na manhã de 8 de Junho a força aérea de Israel ataca os tanques egípcios em retirada no apertado desfiladeiro de Mitla e «entope» o fluxo de forças egípcias, que se encontram impossibilitadas de retirar ordenadamente.
As forças egípcias são atingidas pelos tanques de Israel que avançam, durante a tarde de 8 de Junho. Com os egípcios completamente desorganizados, os tanques israelitas praticamente limitam-se a fazer tiro ao alvo.
A principal força blindada árabe é destruída, escapando apenas uma pequena parte dos veículos.
As forças de Israel avançam sem oposição e no dia seguinte – 9 de Junho – atravessam o canal do Suez e pisam território africano, controlando as duas margens do canal do Suez.
A operação de Israel só terminou depois que foi efectuado um ataque maciço às posições da artilharia Síria a norte. Israel avança, com o objectivo de conquistar os montes Golã, uma área de colinas que permite bombardear Israel a partir de território Sírio.
Quando a 10 de Junho, é assinado o cessar-fogo, os tanques israelitas já avistam os minaretes das mesquitas da capital da Síria, Damasco.
No conflito, os árabes perderam no seu conjunto 430 aviões, 800 tanques e tiveram 15.000 baixas, contra perdas de 40 aeronaves e 803 mortos por parte de Israel, que passou de um território de 20.720Km quadrados para 73.635 seis dias depois.

5 de abr. de 2012

O Futuro do Transporte de Cargas em um Mundo Plano

O Futuro do Transporte de Cargas em um Mundo Plano 


Conforme afirma Thomas L. Friedman em seu livro, o mundo é plano. Este mundo plano significa para empresas de transporte a necessidade de maior agilidade e mais flexibilidade, sem erros, em um contexto global, mesmo que sua ação seja regional. As fronteiras que ainda não caíram estão caindo, a concorrência realmente tornou-se mundial.
No livro O Mundo é Plano: uma breve história do século XXI, Thomas L. Friedman relata, com fatos, como o mundo havia derrubado suas fronteiras e quais os fatores contribuíram para isto. Mudança de regimes políticos, o advento da tecnologia e a colaboração entre empresas podem resumir o que está por trás deste mundo globalizado.
A UPS (United Parcel Service), empresa mundialmente conhecida do setor de transporte de encomendas, com sede nos Estados Unidos, ilustra como as empresas mais visionárias estão podendo se aproveitar do contexto formado a partir de uma grande difusão de tecnologias de comunicação e informação.
O papel da UPS, segundo Friedman, deixou de ser de uma transportadora e passou a ser de um elemento que possibilita a sincronia às cadeias de suprimentos, agora globais. Com a utilização das mais variadas tecnologias, esta empresa oferece serviços para empresas como a Toshiba. Não somente no transporte, mas até na assistência técnica de seus computadores.
Para que o usuário de um laptop, por exemplo, possa ter de volta a sua máquina no menor período de tempo possível, a UPS a conserta em seus próprios centros de distribuição, com uma equipe treinada pela própria Toshiba, sem que seja necessário enviar o computador até o início da cadeia. Desta forma, o cliente pode ter sua máquina de volta em menos de três dias, sem que a própria Toshiba necessite ter uma equipe em sua própria estrutura, o que reduz os custos para todos.
Além disso, a empresa gerencia pedidos, estoques, contas a receber, entre outros. Tudo com alta tecnologia, totalmente alinhados com a necessidade de seus clientes, grandes ou pequenos. Isto é, uma empresa de transporte precisa tornar-se agora uma empresa de logística. Por isto, vimos nos últimos anos, no Brasil, uma enxurrada de empresas oferecendo serviços logísticos sob a nomenclatura de operadores logísticos.
Ainda sobre o relato da UPS, o que mais chama atenção é o fato da empresa atuar como o elemento de confiança entre as duas partes que fazem o negócio. Enquanto estamos acostumados a negociar com nossas transportadoras a possibilidade de elas efetuarem a cobrança mediante a entrega e muitas vezes ouvirmos um “não” ou vermos problemas na execução desta tarefa, a empresa citada por Friedman faz este trabalho em uma escala global. Isto é, ao entregar o produto e acompanhar a conferência no outro lado do mundo, o entregador automaticamente efetua a cobrança. Desta forma, nem o exportador perde e nem o importador recebe um produto fora das especificações, sem a necessidade de usar cartas de créditos, comuns em atividades de exportação.
Isto tem um efeito muito positivo: pequenas empresas, que não teriam condições de desenvolver grandes e complexas cadeias de suprimentos, passam a competir em escala global, por existir um prestador de serviços oferecendo algumas atividades que demandariam por custos muito altos caso fossem executadas para pequenos volumes ou que exigiriam um nível de conhecimento fora do alcance de suas equipes.
Assim, se a concorrência entre as empresas de transporte ainda não se tornou globalizada, a de seus clientes provavelmente sim. E desta forma, o que é possível e necessário enxergar é a oportunidade existente para este setor, principalmente, na adoção de tecnologias que permitam a redução de custos dos clientes e o respectivo ganho de competitividade.
Tenho lido sobre questionamentos acerca da necessidade das empresas de transporte tornarem-se operadores logísticos (empresas que fazem o que a UPS faz, além do transporte). A grande questão é: as empresas de transporte comuns terão futuro se não oferecerem um maior valor agregado aos clientes?
Com certeza é necessário ir além do simples de transporte. E hoje a tecnologia nos permite isto e o mercado nos dá as oportunidades. Não há empresa que não queira reduzir seus estoques, agilizar o suprimento e a distribuição, que não necessite de mais informação e confiabilidade. E o setor de transporte pode contribuir muito para isto.   ( Logística Descomplicada,com )
Leia mais:
  1. O mundo é plano
  2. A importância do modal ferroviário no transporte de cargas no Brasil
  3. Custo Brasil – situação do transporte de cargas
  4. A importância da cubagem no transporte rodoviário de cargas
  5. Transporte internacional de cargas

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ORIGEM DA LOGÍSTICA: a Arte da Guerra

Origem da Logística: a Arte da Guerra
Desde os tempos bíblicos, os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas e geralmente distantes. Eram necessários grandes e constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados, aos locais de combate, era necessário: o planejamento, organização e execução de tarefas logísticas. Tarefas estas que envolviam a definição de uma rota que nem sempre era a mais curta, pois era necessário: ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos. Na antiga Grécia, Roma e no Império Bizantino os militares com o título de Logistikas eram os responsáveis por garantir recursos e suprimentos para a guerra.
Carl Von Clausewitz dividia a Arte da Guerra em dois ramos: a tática e a estratégia. Não falava especificamente da logística, porém reconheceu que “em nossos dias, existe na guerra, um grande número de atividades que a sustentam e que devem ser consideradas como uma preparação para esta”.
A primeira vez, o uso da palavra “logística” foi definido como “a ação que conduz à preparação e sustentação das campanhas”, enquadrando-a como “a ciência dos detalhes dentro dos Estados-Maiores”.
Em 1888, o Tenente Rogers introduziu a Logística como matéria na Escola de Guerra Naval dos Estados Unidos da América. Entretanto, demorou algum tempo para que estes conceitos se desenvolvessem na literatura militar.
A realidade é que até a 1ª Guerra Mundial raramente aparecia a palavra Logística, empregando-se normalmente termos como: Administração, Organização e Economia de Guerra.
A verdadeira tomada de consciência da logística como ciência teve sua origem nas teorias criadas e desenvolvidas pelo Tenente-Coronel Thorpe que no ano de 1917 publicou o livro “Logística Pura: a ciência da preparação para a guerra”. Segundo Thorpe, a estratégia e a tática proporcionam o esquema da condução das operações militares, enquanto a logística proporciona os meios”. Assim, pela primeira vez, a logística situa-se no mesmo nível da estratégia e da tática dentro da Arte da Guerra.

O Almirante Henry Eccles, em 1945, ao encontrar a obra de Thorpe empoeirada nas estantes da biblioteca da Escola de Guerra Naval, em Newport, comentou que se os EUA seguissem seus ensinamentos teriam economizado milhões de dólares na condução da 2ª Guerra Mundial.
Eccles, Chefe da Divisão de Logística, na Campanha do Pacífico, foi um dos primeiros estudiosos da Logistica Militar, sendo considerado o “pai da logística moderna”. Até o fim da Segunda Guerra Mundial a Logística esteve associada apenas às atividades militares. Após este período, com o avanço tecnológico e a necessidade de suprir os locais destruídos pela guerra, a logística passou também a ser adotada pelas organizações e empresas civis.
Fonte: Rodrigo Mendes
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  • 1.drusila | 14/01/2012 às 11:06 pm
    excelente!!!!
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3 de abr. de 2012

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTE DE CARGA


ABTC - Associação Brasileira de Transporte Logística e Carga


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Legislação | 3/4/2012
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 Congressos da ABTC

Saiba mais sobre os Congressos realizados pela ABTC e confira os resultados da 12ª edição do Congresso Nacional Intermodal dos Transportadores de Cargas.

SAUDE PUBLICA RELAÇÃO DE MEDICAMENTOS E INSUMOS DISPONIBILIZADOS PELO SUS

2/04/2012 | Luciana Bomfim
Foto Edemir Rodrigues
Campo Grande (MS) - O Ministério da Saúde publicou no último dia 29 de março a Portaria MS/GM nº 533, que estabelece o elenco de medicamentos e insumos da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). A Rename/2012 foi elaborada a partir das definições do Decreto nº 7.508, de 28 de junho de 2008 e estruturada de acordo com a Resolução nº 1/CIT, de 17 de janeiro de 2012.
A Rename/2012 contempla os medicamentos e insumos disponibilizados no SUS por meio do Componente Básico da Assistência Farmacêutica, Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica, Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, além de determinados medicamentos de uso hospitalar.
De acordo com a coordenadora estadual de assistência farmacêutica, Ângela Cristina Cunha Castro Lopes, da Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul (SES), a Relação Nacional de Medicamentos Essenciais traz um novo conceito de medicamentos essenciais. “Baseados na Rename estados e municípios constroem sua própria relação de medicamentos de acordo com as necessidades dos serviços de saúde que são disponibilizados aos usuários do Sistema Único de Saúde em cada município”, explica Ângela.
Rename
Na Rename, constam os nomes dos princípios ativos dos medicamentos, baseados na Denominação Comum Brasileira (DCB) – denominação do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo aprovado pelo órgão federal responsável pela vigilância sanitária. Estes medicamentos possuem um ou mais princípios ativos, registrados na Anvisa e que apresentam menor custo nas etapas de armazenamento, distribuição, controle e tratamento. Além disso, todas as fórmulas apresentam valor terapêutico comprovado, com base em evidências clínicas.
A Rename é mais um importante instrumento incentivador do uso racional de medicamentos e orientador da adequada prescrição e abastecimento do SUS. A relação possui medicamentos necessários ao tratamento e controle das enfermidades prioritárias em saúde pública nos diversos níveis de atenção à saúde. A portaria pode ser consultada na página 96, no Diário Oficial da União do dia 25 de março de 2012.

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3 de mar. de 2012

RECIFE: UMA CIDADE CRUEL

          De acordo com o que propomos neste blog, não poderia deixar de abordar a atual situação em que se encontra a cidade do Recife, a capital dos pernambucanos - a "Veneza brasileira".
          Com o desenvolvimento tecnológico em todas as áreas do conhecimento, é óbvio que o município de Recife teria que se adequar ao ciclópico avanço tecnológico e as consequentes mudanças econômico-sociais, com alterações profundas na sociedade recifense e no modo de vida de seus habitantes.
          Parece claro, que os dirigentes municipais não se interessam pelo Planejamento Estratégico que demanda longo prazo para ser implementado, extrapolando, na maioria das vezes, períodos de mandatos eletivos. Portanto, o município de Recife não foge a regra pois, os projetos e programas do município são elaborados para curto e médio prazos, não fazendo parte de um planejamento maior e mais abrangente, isto é, de um planejamento estratégico. Para corroborar com esta assertiva, citaremos apenas três projetos realizados no Recife que demonstram claramente,a falta de uma visão de futuro isto é, de um planejamento estratégico que estabelecesse um cenário de, pelo menos, até 2020 para o Recife e região metropolitana:
1 - A construção da Avenida Agamenon Magalhães - via expressa, que liga  a zona sul a cidade de Olinda; no projeto de construção não foram contemplados os viadutos que deveriam ser construídos para o escoamento dos veículos aos bairros adjacentes, para se evitar os cruzamentos ao longo da via- um exemplo claríssimo da falta de visão logística e estratégica. Atualmente, querem construir os viadutos, face a  Copa do Mundo de 2014, depois que permitiram as construções  de prédios residenciais e comerciais ao longo da via. Isto demonstra que os dirigentes públicos colocam a logística a reboque dos grandes empreendimentos.
2 - A reforma da Avenida Boa Viagem - Claramente, observa-se a falta de uma visão estratégica e um completo desconhecimento da Logística. A via foi estreitada em benefício de uma ciclovia e de um calçadão exageradamente largo( a ciclovia poderia ser construída sem comprometer o tráfego de veículos), e de estacionamentos no sentido horizontal do fluxo de veículos, causando transtornos, com constantes congestionamentos do trânsito, agravado com a descarga de gelo e demais materiais para os barraqueiros de toda o orla da praia. Assim, a Avenida  Boa Viagem, principal via de escoamento do trânsito da zona sul, tornou-se um suplício para os motoristas que transitam  naquela via. Além do mais, não se concebe a utilização de postes de iluminação de ferro numa área litorânea, onde a corrosão é mais intensa. Isto demonstra uma falta de visão estratégica, para não se pensar em outro tipo de interesse por trás disso.
3 - A reforma equivocada da Avenida Conde da Boa Vista - Com uma visão eminentemente estreita, o projeto visou, unicamente, o transporte coletivo de passageiros, prejudicando tremendamente, os outros meios de transporte, com a criação de uma via estreita para o escoamento de veículos particulares e outros utilitários. É preciso entender que existe  comércio nas áreas adjacentes a Avenida Conde da Boa Vista,nos dois lados, cuja logística está sendo prejudicada. Portanto,grande fração da população que utiliza outros meios de transporte como o táxi,por exemplo,  está sendo penalizada.Faltou uma visão global dos mentores desse projeto.
          Portanto,a atual situação urbana da cidade de Recife. na ótica da Administração Estratégica, tem perspectivas sombrias, pois não existe um Plano Diretor moderno e coerente,  para regular e padronizar as construções urbanas, evitando a desregrada explosão imobiliária, com a destruição sistemática da vegetação e do clima urbano, transformando as ruas e avenidas de todos os bairros, numa verdadeira "guerra" no que tange ao trânsito. É urgente, portanto, um Plano Diretor moderno e que contemple  a Logística, haja vista a demanda de SUAPE, do porto de Recife e do novo aeroporto.
          Finalizando, a atual situação urbana de Recife, com suas mazelas no trânsito, na segurança, na educação, na saúde e na habitação, vem transformando a cidade num ambiente cruel para habitar e conviver.

9 de dez. de 2011

LOGÍSTICA A REBOQUE - PARTE 2

          A grande ferramenta administrativa para o desenvolvimento de uma Logística eficaz e eficiente, em qualquer situação, é o Planejamento em todos os seus níveis: estratégico, tático e operacional. Entretanto,pelos últimos noticiários da imprensa, os governantes brasileiros negligenciaram a elaboração de um Planejamento Estratégico visando a realização da Copa do Mundo de 2014, objetivando um apoio logístico a esse evento de caráter internacional. Essa negligência tornou-se evidente com o anúncio do Governo Federal de utilizar aeroportos militares para fazer frente a demanda de turistas e jornalistas, bem como dos deslocamentos das seleções de uma sede para outra.
          Em vista disso, está provado,cabalmente, que no Brasil a Logística está a reboque dos grandes empreendimentos. Como prova disto, podemos citar o empreendimento de SUAPE que, apesar de sua importância econômica, não vem contemplando a infra-estrutura viária nos mesmos moldes do desenvolvimento do Porto;  para comprovar essa minha assertiva,basta cronometrar o tempo utilizado para se deslocar de carro de Suape ao centro da cidade de Recife e vice-versa.
          Em resumo: Não temos estrutura logística para realizar com eficácia e eficiência a Copa do Mundo de 2014. Para aqueles desavisados e enganadores, um simples exemplo: um exércíto para realizar uma operação de ataque, seus generais estudam as vias de acesso existentes para saberem quantas divisões de infantaria poderão ser utilizadas no seu avanço contra o inimigo, evitando o congestionamento de suas tropas. É o exemplo simples e elementar de uma logística: As vias de escoamento têm que ser compatíveis com o movimento de veículos, pessoas e cargas.
           Sendo assim,esse Governo petista, com seu objetivo populista vem, irresponsavelmente, agindo no imediatismo, com ações e programas que visam "encantar" a massa populosa de pouca instrução.A realização da Copa do Mundo de 2014 é um exemplo disso.

25 de nov. de 2011

Discovery Channel-Poder aéreo do Futuro-P4 de5


     É  fundamental possuir um apoio logístico altamente eficáz e eficiente, para atender às informções em tempo real do Predadror e do Global. A Logística Norte-Americana é considerada a mais desenvolvida do planeta, segundada pela britânica.

Teoria do Poder Maritimo de Alfred Mahan

Poder e Lideranca na Empresa Familiar

O Poder do nosso Pensamento - Mude O Que Pensa - Mude Você!

filme"CONFIANÇA TOTAL" Como superar o medo com poder do amor (portugues)

DELEGAR CENTRALIZAR E DESCENTRALIZAR_0001.wmv

Empowerment - Descentralização de Poder

clima organizacional

Cultura Organizacional

22 de nov. de 2011

gigantes da engenharia porta avioes USS NIMITZ parte 4


          Os porta-aviões poderiam ser considerados como " Centros de Distribuição" avançados, pois colocam com  eficiência e eficácia todo o seu "estoque" de caças-bombardeiros no campo de batalha.
Para conseguir esse intento, devem desenvolver uma logística de suprimento interna, suficientemente capaz, de manter em atividades todos os seus tripulantes,  bem como, todo o armamento de ataque e defesa. Sendo asssim, os porta-aviões se constituem num  eficiente  recurso logistico, em uma  guerra além das fronteira do seu país de origem.

gigantes da engenharia USS NIMITZ parte 3

gigantes da engenharia porta avioes USS NIMITZ parte 2

gigantes da engenharia, porta aviões USS NIMITZ parte 1

20 de nov. de 2011

SPORT CLUB DO RECIFE-PATRIMÔNIO INALIENÁVEL

          O Sport Club do Recife, conforme o seu estatuto, é uma instituição civil com personalidade jurídica distinta da dos seus associados, os quais não respondem subsidiariamente,pelas obrigações  contraídas pela sociedade. ( Art. 1º). No que tange ao patrimônio, o Artigo 101, parágrafo 1º, preceitua o seguinte: "O patrimônio do clube é inalienável, salvo em casos excepcionais, em virtude de resoluções tomadas em reunião de Assembléia Geral, pelo menos, dois terços dos sócios no pleno gozo dos seus direitos, por uma maioria de dois terços dos presentes." O parágrafo 2º do mesmo artigo diz: "Para que se proceda a alienação de que trata o parágrafo anterior, é indispensável a existência de proposta do Conselho Deliberativo, com parecer favorável do Conselho Fiscal." O parágrafo 3º do mesmo artigo 101, conclui: " O patrimônio do clube será inscrito em livro próprio."
          Pelo  exposto acima, cheganos a conclusão que, o estatuto do Sport Club do Recife favorece plenamente as ações da  presidência pois, os membros do Conselho Deliberativo são pessoas de confiança do presidente. Então, está claríssimo,  a atual gestão do Sport fez valer, em toda a sua plenitude, os estatudos do clube, conseguindo uma aprovação da alienação do patrimônio do Sport por um período de quarenta anos, à título de construir uma arena sócio-desportiva e outras construções,demolindo as atuas instalações. As instalações futuras  serão usufruidas por terceiros,  durante aquele período.
          Além do mais, indago aos atuais gestores do Sport - na condição de Administrador de Empresas e com serviços prestados sem mácula,em órgãos públicos, como: no então INPS,COLONE/Ma, UFPE, FUSAM, HEMOPE e RFFSA. -  sobre os reais procedimentos quanto a incorporação, movimentação, baixa e controle de bens patrimoniais móveis e imóveis adquiridos ou que vierem a ser adquiridos para uso do Sport Club do Recife. Apresentem, claramente a comunidade rubro-negra e a sociedade em geral, o devido registro patrimonial do Centro de Treinamento de Paratibe.
          Em suma: Ao abordar este assunto, tenho o objetivo de internalizar conceitos e procedimentos corretos, no trato da coisa pública e privada, pois o profissional de Administração deve ter como premissa básica e fundamental, a proteção e resguardo dos bens patrimoniais de terceiros.